Uma das principais contratações do Flamengo na temporada 2019, o lateral-esquerdo Filipe Luís concedeu entrevista ao programa “Bem, Amigos”, do canal SporTV, na noite de segunda-feira (9).

Entre os diversos assuntos debatidos com o apresentador Galvão Bueno e demais comentaristas, o jaraguaense falou da motivação em estar defendendo seu clube de coração e a estrutura exemplar oferecida pelo rubro-negro.

“Nenhum clube oferece o que o Flamengo oferece hoje, que é conquistar títulos, marcar na história. É isso que eu quero, ganhar títulos pelo Flamengo, meu time de coração. Treino com o pensamento de que vou ajudar o clube, de que vou ajudar o meu Flamengo”, declarou.

Foto Alexandre Vidal/Flamengo

Após muitos anos jogando em um esquema mais defensivo, implantado pelo técnico Simeone, no Atlético de Madrid-ESP, o jogador ainda destacou o encaixe perfeito de um DNA ofensivo encontrado no Flamengo através do trabalho do treinador Jorge Jesus.

- Espetáculo (sobre Jorge Jesus), a cada dia uma coisa nova. Trabalhei com Simeone, Tite, Mourinho, Dunga... poderia escrever um livro. Taticamente ele (Jesus) é muito claro, sabe passar as informações e tem o DNA do Flamengo. No estádio, você sente a torcida querendo mais gols, que o time tenha a bola. É realmente isso. E meu perfil de jogo é mais esse mesmo. No Atlético, eu jogava mais em relação ao adversário”, disse o lateral.

O jaraguaense também comentou sobre as diferenças do futebol brasileiro em comparação a Europa, colocando uma certa ‘culpa’ nos jogadores para o jogo ter um índice menor de bola rolando.

“Os brasileiros têm muita qualidade, estão adaptados aos gramados diferentes, viagens... Isso não tem muito na Europa. Aqui a maca entra em campo demais, o jogo fica parado. A culpa é dos jogadores. Acho que a bola fica menos tempo rolando”, afirmou.

 

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