O que aconteceu no trajeto entre Joinville e São Francisco do Sul? Como e porquê Cátia Regina dos Santos, 46 morreu? Quem foi ou quem são os autores e mandantes do assassinato cruel, cometido entre a noite de quarta e a madrugada da quinta-feira da semana passada?

Descobrir as respostas a estas perguntas tem sido o desafio dos delegados de Araquari, Tiago Gonçalves Escudero e São Francisco do Sul, Rafaello Ross.

Na noite desta segunda-feira (30), Ross confirmou à reportagem da Rede OCP News que as investigações estão avançando. Disse que no fim de semana familiares da mulher prestaram depoimento e que o caso agora ficará mais em sigilo para não atrapalhar a investigação.

Imagens de câmeras de monitoramento da rodovia BR-280, já estão sendo analisadas pelos peritos e policiais, de modo a buscar cenas que ajudem a elucidar o assassinato. Laudos periciais do carro encontrado incendiado e feito durante a autópsia de apatia também são aguardados pelo delegado.

O crime e as ameaças

Cátia Regina dos Santos era empresária e mantinha uma loja de venda de roupas, na localidade da Reta em São Francisco do Sul. Ela sumiu e foi morta quando voltava de uma viagem de compras a São Paulo. Na noite do dia 24 de julho, Cátia desembarcou em Joinville e retornava sozinha de carro a São Chico.

No meio do caminho, por volta das 22h30 a empresária avisou a família que chegaria em casa em 20 minutos. Depois disso, não deu mais notícias. Na manhã seguinte, o carro dela foi localizado por policiais na região do Morro da Palha, em São Francisco. O veículo estava sem as mercadorias e incendiado.

Naquela tarde, o corpo da empresária também foi encontrado. Ele estava à margem de um riacho, na Estada do Jacu, já em Araquari. Cátia tinha mãos algemadas para trás, capuz na cabeça e marca de tiro na nuca.

Corpo foi encontrado Na Estrada do Jacu. Foto: Montagem/OCP

Em vídeos publicados por ela, semanas antes nas redes sociais, Cátia confirmava que estaria sofrendo ameaças. Entretanto, até o dia do crime, ela não tinha formalizado denúncias desta natureza nem na Polícia Civil, nem na Polícia Militar.

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