A Associação dos Praças do Estado de Santa Catarina (APRASC) emitiu, nesta segunda-feira (16), uma nota criticando a liberação na audiência de custódia do homem de 35 anos que agrediu dois policiais militares, um deles gravemente, em Jaraguá do Sul.

A associação repudia a decisão do Judiciário após a prisão do homem por direção sob o efeito de álcool, desacato, desobediência e lesão corporal grave. O policial militar ferido gravemente na noite de sábado (14) sofreu um traumatismo cranioencefálico, mas teve alta hospitalar na manhã desta segunda.

"A APRASC vem a público manifestar repúdio à liberação do motorista que agrediu um policial que estava simplesmente fazendo seu trabalho. É preciso endurecer as leis contra quem agride policiais. Fica a nossa solidariedade ao policial e ao 14º Batalhão da Polícia Militar", destacou o presidente da APRASC, subtenente João Carlos Pawlick.

O motorista foi abordado após realizar manobras bruscas com o veículo na rua Ferdinando Pradi. De acordo com o 14º BPM, tudo ocorria normalmente até que o motorista do veículo soube que o carro seria guinchado por não estar com a documentação em dia, além de ser preso por dirigir embriagado.

O homem não acatou as ordens dos policiais e começou a reagir, até que, em certo momento, ele deu um soco em um dos policiais militares, que caiu no chão e foi agredido com mais um chute na cabeça.

Para tentar impedir o motorista, o outro agente efetuou um disparo com arma não letal no homem. A ação não teve efeito e ele seguiu tentando agredir o policial, que saca a arma letal e o faz deitar no chão.

Na sequência, chegam reforços e o homem é preso. Segundo a PM, o motorista foi liberado durante a audiência de custódia, mas terá que responder pela agressão na Justiça.

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