A Polícia Civil intensifica a partir desta terça-feira (8) as investigações sobre a invasão ocorrida no estádio Orlando Scarpelli no último sábado (5), quando jogadores e membros da comissão técnica do Figueirense foram agredidos por um grupo de pessoas em ato de vandalismo e violência.

Os vândalos quebraram o portão 8 do estádio, invadiram o gramado portando facas e armas de fogo e jogaram fogos de artifícios contra os atletas e a comissão técnica, reclamando dos resultados do time na Série B.

 

 

O Figueirense já encaminhou imagens do circuito de segurança para a Polícia Civil e registrou Boletim de Ocorrência. Até o momento não informações sobre identificação dos agressores ou prisões.

Imagens externas

“O setor de investigação procura as imagens externas para identificar veículos ou outras pessoas que estão envolvidas. Acredito que nas próximas semanas podemos ter algum resultado”, afirmou o delegado Paulo Hakim.

Os jogadores e a comissão técnica, ainda abalados pelo fato, seguiram para o Mato Grosso onde nesta terça-feira voltam a campo para enfrentarem o Cuiabá, pela Série B. O jogo acontece no mesmo estádio onde no ano passado o Figueirense não entrou em campo em protesto pelo atraso de salários, confirmando um histórico WO.

 

 

Em nota, o presidente do Figueirense, Norton Bopré, lamentou o ocorrido: “Com muita tristeza tomamos conhecimento do ocorrido. Impactou a todos, principalmente os que aqui estavam trabalhando no Orlando Scarpelli. Lamentavelmente, indivíduos, pessoas que não merecem ser chamadas de torcedores, fizeram barbaridades, como agressões físicas, agressões verbais, que nos deixou consternados com o fato lamentável”, disse o dirigente.

 

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