Nesta quinta-feira (8), a Exame, uma das revistas de negócios mais respeitadas no país, divulgou que o Madero está prestes a anunciar a compra do parque Beto Carrero World, localizado em Penha, Santa Catarina.

O negócio, estimado em R$ 1 bilhão, chamou a atenção do mercado e do público, que têm "quebrado a cabeça" para entender como uma rede de hamburguerias pode comprar o maior parque temático da América Latina e um dos maiores parques do mundo.

 

 

A Rede Madero, que nasceu em Curitiba na primeira década dos anos 2000, conta hoje com mais de 140 unidades nos formatos de restaurantes, focados em cortes de carnes, e de contêineres, focados em lanches rápidos.

Mesmo com um faturamento de R$ 780 milhões em 2018, estaria a rede preparada para adquirir o Beto Carrero? A resposta está nos investimentos recentes que o Madero recebeu.

Investimento milionário

Em janeiro deste ano, o fundo de investimentos norte-americano Carlyle adquiriu 23,3% do negócio do chef Junior Durski e injetou R$ 700 milhões na rede de hamburguerias.

O Grupo Carlyle também possui outras empresas brasileiras no portfólio como a CVC, operadora de turismo, Tok&Stok, varejista de móveis e decoração, Qualicorp, corretora de planos de saúde, Scalina, produtora de meias e lingeries, e Ri Happy, verejista de brinquedos.

Com este aporte, o Madero passou a ser avaliado em R$ 3 bilhões e garantiu maior espectro econômico, permitindo que ele prospectasse outros negócios.

Disputa pelo parque

Além da Rede Madero, o Beto Carrero também está sendo sondado há meses pelo fundo Advent, que tem entre os investimentos no Brasil, a Walmart e o grupo Fleury.

Segundo a Exame, o anúncio da compra do parque pelo Madero deve ser realizado até o fim de agosto.

O Beto Carrero World, fundado em 1991, conquistou pela sexta vez consecutiva o título de melhor parque da América do Sul neste ano.

 

 

Receba as notícias do OCP no seu aplicativo de mensagens favorito:

WhatsApp

Telegram

Facebook Messenger