No Brasil, 14% da população se declara vegetariana, segundo pesquisa do IBOPE Inteligência, conduzida em abril de 2018. Se você nunca considerou a possibilidade de ser vegetariano e não consegue pensar em aderir, comece aderindo à campanha ‘Segunda Sem Carne’ e observe como você se sente. É uma opção dentre inúmeros estilos de alimentação.

Para os que estão pensando em diminuir o consumo de carne, seguem algumas dicas para iniciar a transição:

  • Procure, inicialmente, orientação de um profissional. Avalie os níveis de ferro, vitamina B12 e D, cálcio, magnésio, albumina, zinco, entre outros.
  • Vá diminuindo aos poucos o consumo de produtos de origem animal. Essa transição pode levar semanas ou anos. Comece diminuindo o consumo de carne vermelha para uma ou duas vezes por semana ou substitua carnes vermelhas por carnes brancas.
  • Adote a estratégia de adicionar ao invés de cortar: adicione frutas, folhas verdes, feijão, ervilha, lentilha, sementes, aveia e açafrão.
  • Quem come pouco ou não come carne, precisa ingerir diariamente alimentos fontes de ferro e proteína, como feijões, lentilha, ervilha e grão de bico.
  • Cuidado para não cair na armadilha dos carboidratos e gorduras em excesso. Dependendo do preparo, a alimentação sem carne pode ser muito calórica e engordativa;
  • Outro cuidado: não se encha de produtos de soja! É comum as pessoas que acabaram de se tornar vegetarianas substituírem os produtos de origem animal (leite, requeijão, manteiga, carne) por equivalentes de soja. O excesso de soja não faz bem, principalmente para que sofre com hipotireoidismo e para os homens.
  • Não importa qual seja a opção alimentar, evite ao máximo: embutidos, enlatados, açúcar, refrigerantes e sucos prontos.

Ser vegetariano ou não é uma escolha individual. Lembrando que o que é bom para uma pessoa, pode não ser para a outra. O bacana é que está tudo certo. Por que comer carne? Por que não comer carne? São questões bem particulares, precisamos respeitar e entender o outro, assim crescemos, isso é democracia.