Editorial OCP News
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Por Nelson Luiz Pereira - conselheiro editorial do OCP

 

Só há, em essência, uma única forma de ser pai: dar amor incondicional, que pressupõe, dar a vida. Qualquer outra teoria ou argumento, não se sustentam.

Vivemos um período de isolamento social e, de certa forma, a nobre e desafiadora missão de ser pai, é posta à prova. Circunstancialmente, revelam-se os pais distantes que se aproximam, bem como, os próximos que se distanciam.

Os pais que participam e os que se envolvem. Isso remete à velha questão da condição e qualidade da presença. É muito comum, no modelo de “sociedade da pressa” que vivemos, estar perto sem estar presente, participar sem se envolver.

A paternidade ativa não pode ser por decorrência de uma adversidade. Ela não pode ser tarefa, tem que ser missão com plenitude. Isso requer sabedoria em buscar o equilíbrio nas dimensões profissional, social e familiar.

Não há manual de instrução, tampouco, medida 100% assertiva. Paternidade ativa é ter consciência das proporções atinentes aos filhos.

O quanto se corrige, mas, o quanto se ensina a refletir; quanto presente se dá, mas, quanto se é dado de presente; quanto e como se veste e se alimenta, mas, quanto se nutri o caráter; quanto se prepara para o mercado e para serem competitivos, mas, quanto se educa para a vida e para serem felizes; quanto se impõe a direção, e quanto se mostra o caminho; quanto se garante segurança e proteção, mas, quanto se ensina a voar.

Por fim, paternidade ativa se manifesta no equilíbrio entre a intuição, a razão e a emoção. Parabéns a todos os pais que amam.

 

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