A equipe de reportagem da Rede OCP, acompanhou na tarde de quarta-feira (7), as buscas pela jaraguaense Luciane Vieira Kochélla, de 39 anos, em Jaraguá do Sul.

Nesta quarta-feira (7), o delegado que preside o inquérito, Rodrigo Carriço, explicou que todas os indícios apurados até o momento apontam que a mulher, que sofre de depressão pós-parto, pode ter tirado a própria vida após ser dada como desaparecida na segunda-feira (5).

Nós conversamos com a irmã da vítima que fala sobre as expectativas da família e sobre a carta que a vítima deixou antes de sumir.

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Relembre o caso

Depois de fazer uma transferência de R$ 140 mil para a conta do marido, Luciane abasteceu o Ford Fusion em um posto de combustíveis e rodou por diversos pontos da cidade.

O trajeto foi monitorado pela Central Regional de Emergências do 14º Batalhão de Polícia Militar através das câmeras espalhadas pela cidade.

Por volta das 16h de segunda (5), o veículo foi visto pela última vez trafegando pela rua Roberto Ziemann, no bairro Amizade.

O carro foi encontrado por um popular na tarde desta terça (6), na rua Afonso Piazera, no bairro Amizade. O Fusion estava trancado e foi aberto pela família com um código. Um bilhete em tom de despedida estava no interior do veículo.

O Canil Setorial do 14º BPM foi chamado e encontrou o celular de Luciane e um rastro que levou até o rio Itapocu. Depois, os bombeiros voluntários foram chamados para fazer uma varredura com mergulhadores nas proximidades.

“A hipótese única que a gente trabalha é a de suicídio. O Instituto Geral de Perícias fez uma perícia no carro e nada de anormal foi encontrado, apenas as vestes dela. Com a possibilidade de encontro da vítima, será feio um laudo cadavérico e constatado o afogamento. Com a hipótese de que ela entrou no rio e se afogou, encerra-se o inquérito”, afirma Carriço.

O delegado explica que Luciane tem um histórico de problema psicológico, e que já mencionou a vontade de cometer suicídio. Inclusive, já havia saído de casa, mas em períodos mais curtos de tempo.

Ele reitera que, caso seja constatada outra causa de morte, o inquérito vai continuar para elucidar o crime. Mas o caso será remetido para a Divisão de Investigação Criminal (DIC), que vai apurar a autoria.

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