As máscaras de látex realistas, comumente utilizadas no cinema, saíram das telas para o mundo do crime.

Nem bem a história do traficante que foi flagrado enquanto tentava fugir da prisão vestido de mulher esfriou, um assaltante usou o acessório para disfarce em Jaraguá do Sul e protagonizou uma grande trapalhada.

Máscara cobrindo o rosto, simulacro na mão, ele tentou assaltar uma agência bancária e acabou se dando mal. O assaltante, que é ex-funcionário do banco, acabou preso e com uma perna quebrada.

Ao melhor estilo Hollywood, criminosos têm investido nesse acessório que até pode impedir o reconhecimento imediato, mas que geralmente é incapaz de enganar por muito tempo.

 

 

Pela internet, é possível adquirir uma máscara semelhante por aproximadamente R$ 200, a mais em conta, enquanto os modelos ultrarrealistas com movimentos articulados são anunciados por algo em torno de R$ 7,5 mil.

A do bandido trapalhão jaraguaense custou R$ 6 mil e foi comprada nos Estados Unidos.

dois exemplos de máscaras: uma simula o rosto de um idoso e a outra, de uma mulher
Casos recentes mostram que, apesar de realistas, as máscaras não garantem o sucesso nas ações criminosas | Foto Fabio Junkes/Divulgação

No episódio ocorrido na cidade, o homem conseguiu enganar o taxista que o levou até o banco, mas a farsa não durou muito. Não há notícia de casos onde o criminoso tenha saído vitorioso, portanto, é melhor “tirar o cavalo da chuva”, porque o crime continua sem compensar.

 

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