Os três acusados do linchamento que causou a morte de Deivid Duarte da Silva, 19 anos, passaram por audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (18) e tiveram suas prisões em flagrantes convertidas para preventiva. A decisão foi da juíza Cintia Werlang, da 1ª Vara Criminal de Palhoça, na Grande Florianópolis. A defesa do trio vai pedir a liberdade através de habeas corpus.

O crime aconteceu na tarde desta terça-feira (17) no bairro Arirú, em Palhoça. Deivid estava num Siena preto e entrou num posto de combustíveis para abastecer. Assim que estacionou foi abordado e violentamente espancado até a morte pelos três acusados, que não tiveram os nomes revelados.

De acordo com a versão do trio, Deivid teria furtado o Prima prata de um deles – que é motorista de aplicativo – na noite de segunda-feira (16), também em Palhoça. Segundo eles, Deivid estaria em companhia de outra pessoa, que estaria neste Siena preto.

Ainda de acordo com o relato dos acusados, este Siena que estava no momento do furto foi reconhecido no posto e daí aconteceu a abordagem e a violência.

Segundo testemunhas, as agressões duraram de 30 a 40 minutos e Deivid foi atingido por golpes de capacete, correntes, além de chutes e socos. Equipes de salvamento ainda tentaram reanimar o rapaz, que morreu no local.

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