Resumo da notícia:

  • Gripe, resfriado e Covid-19 são doenças com sintomas parecidos
  • Sintomas mais comuns, sintomas menos comuns e sintomas graves
  • Aparecimento dos primeiros sintomas de coronavírus ocorre dentro de cinco dias

 

Gripe, resfriado e Covid-19 são doenças com sintomas parecidos. A Covid-19 afeta as pessoas de diferentes maneiras, no entanto, a maioria dos infectados apresentará os primeiros sintomas do coronavírus de forma leve a moderada.

Em caso de dúvida a respeito dos sinais apresentados ou diante da evolução dos sintomas, é importante buscar auxílio profissional.

 

 

Mas, o que muita gente vem se perguntando é: quais são os primeiros sintomas de quem foi infectado pelo coronavírus?

Sintomas mais comuns do coronavírus

  • Febre
  • Tosse seca
  • Cansaço

Sintomas menos comuns da Covid-19

  • Dores e desconfortos
  • Dor de garganta
  • Diarreia
  • Conjuntivite
  • Dor de cabeça
  • Perda de paladar ou olfato
  • Erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés

Sintomas graves do coronavírus

  • Dificuldade de respirar ou falta de ar
  • Dor ou pressão no peito
  • Perda de fala ou movimento

Procure atendimento médico imediato se tiver sintomas graves. Sempre ligue antes de ir ao médico ou posto de saúde, clínicas ou hospitais.

Pessoas saudáveis que apresentarem os sintomas leves devem acompanhar a evolução da doença em casa.

Em média, os sintomas aparecem após 5 ou 6 dias depois de ser infectado com o vírus. Porém, isso pode levar até 14 dias.

Aparecimento dos sintomas

Foto Freepik

O período de incubação do SARS-COV-2 é de 2 a 14 dias, ou seja, esse é o tempo que os sintomas levam para aparecer a partir do momento do contágio.

A manifestação dos sintomas de coronavírus ocorre no quinto dia para a maioria das pessoas.

Os primeiros sintomas de coronavírus são: febre e tosse, geralmente seca. Dificuldade para respirar e fadiga também são conhecidos como sinais iniciais da doença em alguns pacientes.

No sétimo dia, é avaliada a evolução do quadro do paciente e, em 80% dos casos, há uma melhora dos sintomas.

No entanto, se os sintomas se intensificarem, é preciso ficar atento, e o quadro passa a ser moderado.

Nos casos graves, os sintomas passam a ser severos, e muitas vezes chegam a afetar mais de 50% do pulmão, o que ocasionará insuficiência respiratória e a necessidade do uso de ventilação mecânica em uma unidade de tratamento intensiva (UTI), de acordo com o infectologista Luis Fernando Aranha, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Fontes: Ministério da Saúde e Dasa

 

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