Até ano passado uma doença totalmente desconhecida, ou, no máximo, com precedentes somente na China, a Covid-19 tornou-se a terceira doença que mais mata os moradores de Criciúma.

Os dados, divulgados pelo Governo Municipal, foram computados de 1º de janeiro deste ano até o dia 10 de dezembro, em comparação com todo o ano passado - 2019.

Nesta terça, Criciúma soma 168 óbitos em decorrência do novo coronavírus.

Em primeiro lugar, como a principal causa de morte dos criciumenses, ficam as doenças do aparelho circulatório, com 363 óbitos (quase um por dia) e, em segundo, os tumores, com 261 óbitos. Após a Covid-19 (no quadro ainda com 160), em quarto na lista, aparece as doenças do aparelho respiratório, que ocasionaram 124 mortes.

Casos

Criciúma registrou, nesta terça-feira, 124 novos casos de Covid-19 e 128 curas.

A cidade já notificou 15.210 infectados com o coronavírus e 13.652 recuperados da doença.

Nesta terça, são 1.390 casos ativos, quatro a menos que o boletim anterior.

Hoje há 509 suspeitos, aguardando o resultado do exame, 34.731 exames descartando para o vírus e 50.470 coletas realizadas.

Hospitalizados

Criciúma segue com o número alto de hospitalizados em leitos de UTI. Nesta terça, conforme Informe Epidemiológico, emitido pela Vigilância em Saúde do município, são 156 internados, oito a mais que ontem.

Dos 156, 71 deles estão leitos de UTI, um a menos que ontem. Desses, 73 são pacientes de outros municípios e 22 estão sob suspeita de contaminação, aguardando o resultado do exame.

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