A Casa de Passagem, que oferece serviço de acolhimento emergencial e provisório para pessoas em situação de rua, ampliará, nas próximas semanas, a sua capacidade de atendimento. Atualmente, são 18 as vagas no total (14 masculinas e quatro femininas).

A medida é necessária, de acordo com a Gerente de Proteção Social Especial de Alta Complexidade, Marcia Cardoso Garcia Teixeira Tavares, pela pandemia de Coronavírus e pela chegada do frio. “A procura já é historicamente, maior nas épocas frias do ano e, neste, o coronavírus representa outro fator para a elevação da demanda”, pondera.

Uma das preocupações provocadas pela pandemia envolve o distanciamento mínimo entre as pessoas para evitar o contágio, o que exige uma adequação do local com responsabilidade, explica a gerente.

 

 

A pandemia e o frio mudaram um pouco a forma de atendimento técnico da casa, que trabalha na tentativa de reconstruir os vínculos familiares, encaminhar o usuário para a confecção de documentos, rede de saúde (se necessário) e, quando possível, reinserção no mercado de trabalho.

Em geral, o usuário da Casa de Passagem permanece no local por cerca de cinco dias. Oferece-se possibilidade de pernoite, três refeições diárias e local para lavar as roupas.

São nove servidores, entre eles, cuidadores sociais e equipe técnica, composta por assistente social e psicólogo, que avaliam a possibilidade de ampliação do prazo.

A Casa de Passagem fica na rua João Januário Ayroso, nº 1855 (próximo ao Estádio João Marcatto), no bairro Jaraguá Esquerdo. Atende 24 horas, sete dias por semana, pelos telefones 3371-1534 e 3370-0743.

Com informações da assessoria de imprensa

 

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