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Uma das ligas mais fortes do planeta, a Superliga de vôlei masculino está bem próxima do retorno. No dia 9 de novembro, a bola sobe para mais uma temporada, que promete ser recheada de muita emoção.

Mas isso não quer dizer que tenhamos que esperar até lá: antes do apito inicial da Superliga, no dia 6 tem a Supercopa, que reúne os dois campeões da última temporada em partida entre Taubaté contra Sesi.

A temporada de 2019 marca o retorno do Apan Blumenau, clube que havia disputado a elite do vôlei nacional pela última vez em 2011 — a equipe subiu ao lado do Botafogo do Rio de Janeiro, após ter perdido para os cariocas na final da Superliga B.

Principal novidade para a temporada

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) realizou algumas mudanças em relação ao ano passado e contou as novidades com a divulgação do calendário completo da Superliga para 2019/20.

A principal novidade é o fato de que agora os jogos de playoffs voltam a ser disputados em melhor de três jogos e isso também inclui a grande decisão do campeonato.

A medida promete dar mais emoção às disputas, além de ser mais atrativa para o público envolvido. Vale ressaltar que a Superliga masculina do ano passado contou com uma final em melhor de cinco jogos entre Sesi contra Taubaté.

Equipes participantes

Assim como na última temporada, a Superliga deste ano contará com 12 times: Sesi-SP, Sada Cruzeiro (MG), Sesc-RJ, Fiat/Minas (MG), Vôlei Renata (SP), Denk Academy Maringá Vôlei (PR), Vôlei UM Itapetininga (SP), América Vôlei (MG), São Francisco Vôlei-RP (SP), EMS Taubaté Funvic (SP), Botafogo (RJ) e Apan Blumenau (SC).

Renato D’Avila, superintendente de competições quadras da CBV, disse em entrevista ao site da Confederação que está animado para mais uma realização de altíssimo nível da Superliga masculina, visto que 11 dos 12 medalhistas de ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016 estão em elencos da competição nesta temporada.

“É bom ver a retomada do voleibol em lugares como o Rio de Janeiro que contará com cinco clubes entre o masculino e o feminino. Santa Catarina também retorna ao cenário nacional entre os homens com a tradicional equipe de Blumenau. Enfim, desejamos mais uma edição de sucesso de nossa principal competição nacional”, completou Renato.

Quando o assunto são os favoritos para a próxima temporada, sites de apostas online de vôlei apontam que o Taubaté segue como um dos principais candidatos a manter a hegemonia no país.

O elenco dos atuais campeões da Superliga masculina segue muito forte e com a presença de jogadores como Lipe, Lucão, Leandro Vissotto, Lucarelli e Maurício Souza como alguns dos principais destaques da equipe.

Renan Dal Zotto, que também é treinador da seleção principal, segue no comando do time taubateano e destaca qualidade dos jogadores: “Continua uma equipe competitiva, assim como outras equipes da Superliga se reforçaram bastante também. Taubaté hoje tem um elenco muito bom. Temos soluções para quase todos os tipos de situações que vamos enfrentar durante a Superliga.”

Apan Blumenau: Pré-temporada positiva e estreia marcada contra o campeão

Assim como acontece para qualquer time que chega à elite, o principal objetivo do Apan Blumenau é permanecer na divisão de cima do vôlei nacional, mas se depender da pré-temporada a sua vibrante torcida pode ficar um pouco mais otimista.

Em amistoso realizado na segunda semana de outubro, a equipe blumenauense derrotou o Sesc RJ, equipe carioca que é uma das melhores de todo Brasil e que ficou na quarta colocação da temporada regular de 2018/2019.

No Ginásio Galegão, a vitória veio com estilo em triunfo por 3 a 1. A equipe rival contou com grandes nomes na partida, como o oposto Wallace e o levantador Marlon.

A estreia na nova temporada, porém, promete ser nada fácil. O Apan Blumenau viaja até o Estado de São Paulo para encarar o Taubaté no dia 13 de novembro.

Santa Catarina não terá representante na elite do vôlei feminino

Na última temporada, o Vôlei Balneário Camboriú foi o único representante catarinense na Superliga feminina, no entanto, a equipe não conseguiu permanecer na elite em seu primeiro ano de disputa e terminou com a lanterna.

O resultado fez com que o Vôlei Balneário Camboriú fosse rebaixado, o que deixou Santa Catarina sem representantes para a temporada que se aproxima. A Superliga feminina começa no dia 12 de novembro.