Estimular a bananicultura, gerar novos produtos e fortalecer a economia local. Essas são algumas das propostas do projeto do selo de Indicação Geográfica (IG) da banana da região que compreende os municípios de Corupá, Jaraguá do Sul, São Bento do Sul e Schroeder

O programa de IG da banana mais doce do Brasil conta com o apoio do Consórcio Intermunicipal de Gestão Pública do Vale do Itapocu (Cigamvali) e segue para mais uma etapa em parceria com o Sebrae.

Nesta nova fase, o objetivo é criar e dar publicidade ao selo e seus produtos, através da criação da identidade visual, consultoria em marketing e jurídica, capacitações aos produtores com a proposta de padronizar o selo IG, além da criação de sistema de rastreabilidade.

 

 

O investimento total para a execução desta fase é de R$ 104,8 mil: 50% do valor ficará por conta do Sebrae e o restante por conta do Cigamvali, que fará a divisão entre os quatro municípios participantes (R$ 13,1 mil para cada).

A expectativa é de que até o final de 2019, as primeiras etapas do programa já estejam em andamento. 

Indicação Geográfica

Reunião de pessoas para discussão de programa com projeção de slide na parede
Encontro definiu novas estratégias para o projeto | Foto Divulgação/Amvali

O projeto é um trabalho de longa data: já são mais de 12 anos de pesquisas, testes e coletas de amostras e documentos que mostram que a banana produzida na região é única e a mais doce do Brasil.

Fatores como o clima, solo, localização geográfica e técnicas de plantio contribuem para a conquista. Na região, cerca de mil famílias vivem da bananicultura.

O selo de reconhecimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), entregue no fim de agosto de 2018, destaca a qualidade e os sabores únicos da fruta cultivada na região e marca uma nova etapa na bananicultura, em especial, na sua comercialização. 

Com informações da Amvali

 

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