O anúncio de que, após mais de 20 anos de negociação, Mercosul e União Europeia finalmente chegaram aos termos finais para fechar um acordo de livre comércio na sexta-feira (28) deve ser comemorado, avalia o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Mario Cezar de Aguiar.

“A demora no avanço das negociações demonstram claramente o quão difícil foi chegar a este momento. E é por isso que ele é tão importante, mesmo que ainda não conheçamos os detalhes do que foi acordado e tenhamos ainda pela frente diversas etapas antes que as tarifas, efetivamente, caiam”, avalia Aguiar. “O mais importante é a sinalização para o desfecho positivo”, completa.

Disrupção.TUDO

Na próxima quarta-feira (10), ocorre o segundo encontro da série "Disrupção.TUDO", organizados pelo advogado e palestrante Raphael Rocha Lopes.

Os encontros abordam comportamentos inovadores e disruptivos que acontecem em Jaraguá do Sul, mostrando que a inspiração para fazer diferente está mais próxima do que nunca.

Esta segunda edição, no Coolworking, será realizada com o publicitário e empresário Luis Hufenüssler Leigue e a diretora de negócios e planejamento Talita Beber.

Confiança empresarial sobe pela primeira vez no ano

O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu 0,6 ponto de maio para junho deste ano e chegou a 92,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

De acordo a FGV, essa foi a primeira alta do indicador, que mede a confiança de empresários da indústria, serviços, comércio e construção, desde janeiro deste ano.

Pequenas empresas puxaram geração de emprego

Segundo o Ministério da Economia, o saldo positivo na geração de empregos nacional em maio só foi possível por causa do desempenho das micro e pequenas empresas.

O setor foi responsável, no mês passado, pela criação de 38 mil postos formais de trabalho (com carteira assinada) no país, enquanto as médias e grandes corporações registraram saldo negativo, demitindo 7,2 mil trabalhadores.

Projeção segue em queda...

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano continua em queda. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras, a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - desta vez foi reduzida de 0,87% para 0,85%. Essa foi a 18ª redução consecutiva.

Gastos terão de ser controlados

A partir do próximo ano, órgãos federais fora do Poder Executivo terão um entrave na hora de cumprir o teto de gastos. Em 2020, o Poder Executivo deixará de compensar os demais poderes que estourem o limite, como estabelece a emenda constitucional que travou o crescimento dos gastos à inflação.

A evolução dos gastos dos órgãos em 2019, no entanto, indica dificuldade caso os outros poderes continuem a ter despesas no ritmo atual.

De janeiro a maio, as despesas dos Poderes Legislativo, Judiciário e do Ministério Público acumulam alta de 6,62% em relação ao mesmo período do ano passado, conforme os dados mais recentes do Painel do Teto de Gastos, elaborado pelo Tesouro Nacional.

Aprovação do acordo

O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (30) que espera que o Congresso Nacional seja um dos primeiros a aprovar o acordo de livre comércio que os países que integram o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a União Europeia (UE) assinaram na última sexta-feira (28).

Após ser avalizado por ministérios brasileiros envolvidos, o governo federal enviará o tratado para o Congresso Nacional, onde o texto do acordo tramitará por comissões e terá de ser aprovado tanto pela Câmara dos Deputados quanto pelo Senado.

Assessoria técnica

Órgão responsável por definir a execução da política fiscal, a Junta de Execução Orçamentária (JEO) terá uma assessoria técnica para orientar as decisões do governo. A mudança saiu em decreto publicado na última quinta-feira (27) no Diário Oficial da União.

Composta pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a JEO tem como principal atribuição definir o contingenciamento (bloqueios) no Orçamento para cumprir as metas fiscais estabelecidas em lei.

Com o decreto, o órgão passará a abrigar a Comissão Técnica de Gestão Orçamentária e Financeira. A comissão terá oito membros, quatro representantes do Ministério da Economia e quatro da Casa Civil.

 

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