As promessas, metas, desejos para o ano de 2020 parece que foram por água abaixo, como diriam meus amigos mais chegados nos assuntos cibernéticos: “Instalaram 2020, mas esqueceram de passar o antivírus!”, pois então, em meio a toda essa pandemia, será que vemos alguma esperança?

Escolas fechadas, estabelecimentos comerciais seguem o mesmo caminho, ou seja, fechados! Cumprindo a determinação do Governo do Estado, que libera apenas alguns segmentos considerados essenciais para continuar funcionando. Mas espera aí, segmentos essenciais? Essenciais pra quem? Pra mim, pra você es estamos em “segurança” trancafiados em “prisão domiciliar” enquanto essa parcela da população coloca diariamente a cara a tapa, correndo o risco de serem contagiados pelo vírus?

Será que além de serem essenciais para nós, eles também não são essenciais e até digamos, necessários, para suas famílias, ou será que esse vírus é altamente seletivo, que só escolhe infectar aquele dono de comércio, o dono da lanchonete, o pequeno empresário que precisa se virar nos trinta durante o mês para colocar comida na mesa e garantir que seus funcionários o façam da mesma forma?

Os boletins diários tentam acalmar a população dizendo que aos poucos as coisas irão se normalizar...essa semana mesmo, os funcionários da Construção Civil e lojas de materiais de construção foram liberados para trabalhar - Opa, o vírus enviou uma mensagem dizendo: “Pensando bem, não irei mais contaminar o pessoal da construção civil, nem o carinha que trabalha na loja de materiais de construção”, gostaria de saber com que critérios é feita essa liberação e saber também, em que posição nós Professores estamos.

Infelizmente, enquanto tudo isso acontece, vamos ter que aguardar mais um tempo dentro de nossas casas, em “prisão domiciliar” para podermos cuidar de nós e daqueles que amamos.

Recebi dias desses um meme que retratava de um lado uma família que podemos considerar “de posses” fazendo uma selfie tendo embaixo a seguinte legenda: “Fique em casa” ao lado, uma família de baixa renda com 5 ou 6 filhos posicionados da mesma forma com um semblante que dizia: “Ficar em casa como, se preciso trabalhar para sustentar minha família?”.

Essa imagem me marcou profundamente pois ela faz um contraponto com aquela velha história, se o vírus não te matar, talvez você morra de fome...

É importante numa hora como essa, analisar melhor os fatos, buscar alternativas, para que possamos juntos enfrentar toda essa situação que estamos vivendo.

Vamos ser positivos, que possamos resgatar aquela frase lançada para a campanha publicitária “O Melhor do Brasil é o Brasileiro”, que fora lançada no ano de 2004, pela Associação Brasileira de Anunciantes, cujo slogan de filmes de exemplos de superação dizia o seguinte: “Sou brasileiro e não desisto nunca!”.

Que possamos ser esses brasileiros com nosso jeito, nosso gingado, tenho plena certeza que sairemos dessa maré, e que quando chegar nessa época no ano de 2021, estaremos todos lembrando desse período, achando graça desse período de confinamento, de restrições, para alguns ainda tentando terminar de utilizar os estoques de papel higiênico e álcool em gel adquiridos no início dessa crise toda.

Eu acredito e tenho fé que iremos sair dessa!

Muito Obrigado!

 

Sempre é bom mostrar gratidão a esse povo que está trabalhando para que nós possamos ficar em casa cuidando de quem amamos. Ao pessoal da área da saúde, Policiais, atendentes de farmácias, pessoal dos postos de combustível, supermercados, caminhão do lixo, caminhoneiros e tantas outras pessoas que colocam diariamente suas vidas em risco, o nosso muito obrigado!

Aos Mestres com carinho!

Por toda a dedicação e empenho de reinventar a sala de aula através das telas dos seus computadores, trabalhando incansavelmente, para que a educação e os conteúdos previstos possam chagar até seus alunos através de diversas ferramentas disponibilizadas através da internet, superando seus medos e receio desse universo tão prático, porém, pouco utilizado até então.

 

Vamos embora que a litorina não espera.
Até semana que vem!