A WEG anunciou a assinatura do contrato com a OXE Energia para o fornecimento de quatro conjuntos completos de turbo-geradores, incluindo os serviços de logística, montagem e comissionamento para as usinas termelétricas a biomassa Bonfim, Pau Rainha, Cantá e Santa Luz, localizadas em Roraima.

O contrato prevê ainda a instalação de quatro turbinas de reação, condensação, com duas tomadas sem controle, instalação tipo back-side, modelo CT em conjunto com quatro geradores síncronos trifásico, de 12,5 MVA, 13,8 kV, 1.800 rpm, 60 Hz, e quadros elétricos de proteção e controle, totalizando um faturamento de aproximadamente R$ 39 milhões.

Instaladas em dois locais distintos, com aproximadamente 50 km de distância, as usinas terão capacidade individual instalada de 11,5MW e utilizarão cavaco de madeira reflorestada como biomassa, modalidade altamente viável na região.

A energia que será gerada neste processo foi vendida pela OXE Energia em um dos leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

“Este fornecimento não só reitera a forte atuação da companhia em projetos de geração de energia elétrica limpa, como também em empreendimentos estratégicos para o desenvolvimento sustentável das regiões”, explica Paulo Sinoti, diretor da WEG.

As quatro usinas termelétricas fazem parte do plano de segurança elétrica desenhado para o Estado de Roraima, que desde 2019 deixou de importar energia da Venezuela e passou a depender integralmente das termelétricas locais, que operam com óleo diesel.

O consumo diário do combustível varia de 700 a 1.100 milhão de litros no estado.

Segundo a ANEEL a realização desse leilão é um marco histórico para Roraima. O estado contará, a partir de junho de 2021, com um atendimento elétrico confiável, com a geração local e a futura linha que interligará Roraima ao Sistema Interligado Nacional.

Isso atrairá indústrias para o Estado, proporcionando melhor qualidade de vida à população.

As entregas dos equipamentos da WEG ocorrerão no primeiro trimestre de 2021, com previsão de operação/comercialização de energia até junho de 2021.

Intenção de consumo sobe

A intenção de consumo das famílias (ICF) subiu 0,7% em janeiro, na comparação com dezembro, e atingiu 73,6 pontos.

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi a quinta alta consecutiva do índice, embora tenha sido o mais fraco desempenho para meses de janeiro desde o início da série histórica, em 2010.

Conforme a pesquisa, os indicadores atuais registram em janeiro os melhores níveis dos últimos meses. O item que mede a satisfação dos brasileiros com o emprego atingiu o maior nível desde maio de 2020, com crescimento de 0,2%, alcançando 88,9 pontos.

Apesar da retração após o ajuste sazonal (-0,6%), a pontuação do ítem relacionado à renda passou de 78,8 para 79,5 pontos. Segundo a CNC, é o patamar mais alto desde junho do ano passado.

Crescimento da indústria

A produção industrial cresceu em dez dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM-Regional), em novembro.

A média nacional ficou em 1,2% de crescimento e oito dessas altas superaram esse percentual: Bahia (4,9%), Rio Grande do Sul (3,8%) Amazonas (3,4%), Região Nordeste (2,9%), Santa Catarina (2,8%), Ceará (1,7%), Rio de Janeiro (1,6%) e São Paulo (1,5%).

Os outros locais com índices positivos foram o Paraná (1,2%) e Minas Gerais (0,6%).

Vendas digitais

De acordo com a 9ª edição da pesquisa “O Impacto da Pandemia de Coronavírus”, elaborada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), sete em cada dez empresas já atuam nas redes sociais, aplicativos ou internet para impulsionar suas vendas.

Em maio, bem no início da pandemia, esse percentual era de 59%.

Em algumas atividades, o número de negócios atuando no ambiente virtual teve um incremento superior a 20%, como é o caso dos segmentos de energia, que apresentou aumento de 37%; beleza, com 27%; bem como educação e construção civil, que viram o número de empresas ativas nesse ambiente crescer em 20%.

 

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