O Senai de Santa Catarina tem uma grande novidade para o primeiro semestre deste ano: o curso técnico de administração, com foco na indústria 4.0, que será oferecido em 17 cidades catarinenses. Inédito no país, o curso do Senai/ SC propõe o uso de tecnologias como big data e inteligência artificial.

No âmbito das indústrias, essas ferramentas já estão vigentes no mercado e facilitam a tomada de decisões.

Para os estudantes, o contato com essas tecnologias proporciona maior agilidade de aprendizagem, além de uma bagagem profissional mais completa e alinhada com as exigências do setor industrial.

O egresso desse curso de Administração do Senai poderá trabalhar em diversos setores da produção da indústria e será capaz, inclusive, de atuar em demandas crescentes de gestão, como a modelagem de novos negócios, o gerenciamento de processos com base em dados e indicadores e gerenciamento com base em resultados ágeis, contribuindo para a mudança de cultura e mindset no período de transição para a Indústria 4.0.

Contarão com o novo curso as cidades de Blumenau, Caçador, Chapecó, Criciúma, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, São José, São Miguel do Oeste, Tijucas, Timbó, Tubarão, Xanxerê e Seara.

O Senai de Santa Catarina tem vagas disponíveis para cursos técnicos e de graduação em áreas como alimentos e bebidas, automação, mecatrônica, automotiva, construção civil, eletroeletrônica, gestão, logística, madeira e mobiliário, metalmecânica, polímeros, química, refrigeração e climatização, segurança do trabalho, tecnologia da informação, têxtil e vestuário.

Quase 80% dos egressos de formações técnicas conseguem emprego até um ano depois de formados. Na graduação, o índice passa de 85%.

Ao todo são 7.255 vagas disponíveis no estado, sendo 955 vagas em cursos de graduação (tecnólogos e engenharias) e 6.300 vagas em cursos técnicos (presenciais e a distância).

Mais informações sobre cursos e matrículas no site ou pelo telefone 0800 48 1212.

Sábado Legal

A primeira edição do ano do Sábado Legal, da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Jaraguá do Sul, acontece neste fim de semana.

Além de as lojas manterem o funcionamento até 17h, os consumidores também poderão aproveitar atrações especiais.

Das 9h às 13h, a Praça Ângelo Piazera, no Centro, recebe tobogã inflável, cama elástica, carrinho de pipoca e pintura facial. O acesso é livre e gratuito.

Nova carteira de trabalho

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu na manhã desta quinta-feira (7) uma nova modalidade de contratação trabalhista, por meio da chamada carteira de trabalho verde e amarela, proposta de campanha do presidente Jair Bolsonaro, com menos direitos.

Essa nova carteira seria a porta de entrada para o regime de capitalização previdenciária, que o governo pretende implantar. O ministro negou, no entanto, que a medida constará na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência, a ser apresentada nas próximas semanas.

O ministro chamou a legislação trabalhista brasileira de "fascista" e disse que ela aprisiona os jovens. "A legislação trabalhista brasileira é uma legislação do [Benito] Mussolini [líder do fascismo na Itália], da Carta del Lavoro, pacto fascista de cooptação de sindicatos. Nós estamos vivendo ainda esse sistema, estamos atrasados 80 anos", afirmou.

Europa e inovação

O velho continente pode ser o novo continente para as startups, afirma Claudio Scheuer, diretor internacional da Spin. Segundo o empresário, o velho continente não é "uma senhora milenar, com tradições e costumes muito antigos e avessa a novidades".

Pelo contrário, afirma:  inúmeros tipos de inovação vêm efervescendo em todos os cantos. "Nos últimos anos, os investimentos em startups têm ganho tal força que muitos investidores já acreditam que a Europa será o próximo hub de startups no mundo", avalia.

Enquanto várias startups e microempresas no Brasil trabalham fortemente com inovação "radical", há amplo mercado aqui para inovações incrementais - particularmente nas negligenciadas áreas de engenharia e produção, por vezes esquecidas com o furor em cima de inovações na tecnologia da informação - e o cenário europeu acaba por demonstrar como trabalhar com o que já existe pode dar resultados.

"Por que a Europa inova? Resposta rápida: porque o básico já está pronto. É o princípio da casa pronta. Quando terminamos de construir uma casa, colocamos os móveis, fazemos o jardim e passamos a habitá-la. Não haverá mais muito o que ser feito, a não ser manutenções. Partindo deste princípio, a analogia é simples: quando não há o que se construir, podemos apenas melhorar o que já está construído", afirma Scheuer, que em breve se move em definitivo para o velho continente.

Como exemplo, a infraestrutura das cidades já é notoriamente bem estabelecida, portanto, tudo que for adicionado precisará representar melhorias significativas para que se justifique tal investimento.

"Se comparamos o que temos já pronto de infraestrutura nas cidades brasileiras e o que encontramos nas cidades europeias a distância é ainda maior.

Melhorar o transporte público, a educação e até mesmo a experiência do consumidor é muito mais desafiador em ambientes onde quase tudo está em um bom nível e pronto para o uso", diz.

 

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