Em palestra sobre o cenário econômico atual, o economista Vinicius Vizzotto Zanchi, da equipe de Assessoramento Econômico do Banco do Brasil, indicou Santa Catarina como o melhor estado para se investir no país.

A palestra “Otimismo e pessimismo como face da mesma moeda”, apresentada por meio de videoconferência, aconteceu na terça-feira (3) e foi acompanhada por representantes da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC), da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (Iprev), do Programa Programa de Parcerias Públicas e Investimentos (PPI-SC) e do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

“Com base nos indicadores de potencial econômico, que contam com variáveis ligadas à infraestrutura, renda e demais componentes, é possível identificar quais são os melhores estados para se investir no País. O Sul ganha bastante ênfase nesta estimativa, e Santa Catarina é o primeiro lugar no ranking, sempre sendo um grande destaque”, avaliou Zanchi.

De acordo com o ranking de dinamismo econômico, apresentado pelo Banco do Brasil, em segundo lugar aparece o Distrito Federal, seguido do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O economista apresentou também os índices de maio de 2021, que incluem o crescimento da indústria catarinense, com alta de 12%, e do comércio, com 7,4%. Sobre os dados da recuperação econômica ao nível pré-pandemia de Covid-19, o Estado aparece com aumento de 6,9% na atividade industrial e 9,2% no setor de serviços. Outra informação relevante é a taxa de desocupação, de 6,2%, a menor do país.

Entre os atores econômicos do Estado, Jaraguá do Sul se destaca como o quarto maior exportador, responsável por quase 5% de todas as exportações de SC.

WEG e FIAT

A WEG S.A. anunciou na quarta-feira (4) a assinatura do acordo de homologação para ser fornecedora oficial das estações de recarga para o novo veículo elétrico 500e da FIAT. O contrato prevê a inclusão de dois modelos da nova geração WEMOB – WEG Electric Mobility no catálogo de produtos da FIAT, bem como o serviço de instalação dos equipamentos e visita técnica aos clientes.

 

Economia com trabalho remoto

O trabalho remoto dos servidores públicos federais durante a pandemia da Covid-19 gerou economia de R$ 1,419 bilhão, divulgou na terça-feira (3) a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia. O levantamento considerou a redução de gastos de custeio (manutenção da máquina pública) de março de 2020 a junho de 2021.