O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,1% em 2018, segundo divulgado pelo IBGE ao final desta quinta-feira. O crescimento é quase o mesmo percentual de 2017.

Um resultado pífio que frisa novamente que o país ainda não saiu da depressão econômica. Segundo o órgão, o resultado se deve em parte à greve dos caminhoneiros.

A performance macroeconômica do país tem seguido fraca, longe de recuperar as intensas perdas dos dois anos de crise, em 2015 e 2016 - ou para ser mais exato, longe sequer de recuperar as perdas de um dos anos, que juntos registraram queda de 7% no PIB nacional. Estamos efetivamente de volta ao patamar que o país tinha em 2011.

"Somente a realização de reformas estruturais, das quais a principal é a da Previdência, conseguirá fazer a economia crescer mais e de maneira sustentável nos próximos anos", afirma documento da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Economia.

Segundo a secretaria, o crescimento dos gastos públicos nos últimos anos e o desafio crescente para reequilibrar as contas do governo impactaram as decisões sobre consumo e investimento. Para a secretaria, as crises fiscal e política, que se agravaram a partir de 2015, estão fazendo o país atravessar uma “década perdida”, como foram os anos 1980.

De acordo com a SPE, as reformas estruturais que contenham o crescimento dos gastos públicos destravarão a economia ao criarem um círculo virtuoso pelo qual os juros cairão, estimulando a produção, o investimento e o consumo.

A expansão da economia aumentará a criação de empregos, a renda e a arrecadação de tributos, melhorando a situação das contas do governo e contendo o crescimento da dívida pública.

O relatório não toca em assuntos fundamentais para o desenvolvimento econômico do país fora do quesito das reformas - pouco se fala em investimentos em infraestrutura, historicamente muito aquém do ideal, ou em relações de comércio exterior, que tem sofrido baques graves nos últimos anos com escândalos ligados à carne e tensões com clientes externos.

Bancos durante o Carnaval

A última sexta-feira, véspera de feriado prolongado de carnaval, foi o último dia de funcionamento normal dos bancos. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que as agências bancárias estarão fechadas para atendimento ao público na segunda-feira (4) e na terça-feira (5).

Na quarta-feira de cinzas (06), os bancos abrirão a partir do meio-dia, com exceção do estado do Rio de Janeiro no qual, em função da Lei 8217 que estabelece feriado estadual, não há expediente em 6 de março.

A entidade lembra que a população pode utilizar os canais eletrônicos e correspondentes para o pagamento das contas.

Além disso, os tributos que possuem código de barras podem ter o seu pagamento agendado nos caixas eletrônicos, no internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos.

Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).

Oportunidades de Estágio

Estudantes da região que desejam ingressar no mercado de trabalho por meio do estágio podem aproveitar as 47 oportunidades oferecidas pelo Instituto Euvaldo Lodi, entidade da FIESC em Jaraguá do Sul.

Interessados em se candidatar ou em conhecer as oportunidades devem acessar o site da entidade.

Muitas ofertas são para estudantes de ensino médio, como também cursos de graduação e técnicos, em áreas como administração, ciências contábeis, marketing, direito, sistemas de informação, relações internacionais, engenharias, sistemas de informação, informática, pedagogia e técnico em eletrônica, mecânica, eletromecânica e edificações.

Para se candidatar é necessário que os estudantes tenham no mínimo 16 anos, estejam regularmente matriculados em uma instituição de ensino e frequentando as aulas.

Informações adicionais pelo e-mail iel-est@ielsc.org.br ou WhatsApp (47) 98431-6459.

Petrobras deve reduzir caixa

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, defendeu a redução do caixa da Petrobras para cerca de US$ 10 bilhões, em comparação com os US$ 14 bilhões com que a companhia encerrou o ano de 2018.

Em coletiva de imprensa na sede da estatal, Castello Branco defendeu que os recursos sejam empregados em projetos de maior retorno em vez de títulos de baixo risco no mercado financeiro, que pagam juros "baixíssimos".

"No passado, por outras razões, a companhia chegou a trabalhar com um caixa de US$ 25, 26 bilhões. À primeira vista, isso parece um sinal de saúde, mas não é", disse ele.

"Aquele capital poderia estar sendo usado em projetos da companhia, com taxa de retorno muito mais avançada. Isso corresponde a um desperdício de recurso", explicou.

 

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