Os preços de produtos industrializados, medidos na saída das fábricas, fecharam 2018 com uma taxa de inflação de 9,76%, segundo dados do Índice de Preços ao Produtor (IPP), divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O indicador fechou 2017 com taxa de 4,18% - a alta de preço se refere especificamente à saída de fábrica, ainda não afetados por preços no varejo e a carga tributária.

Das 24 atividades industriais pesquisadas, apenas o setor de bebidas fechou 2018 com deflação (queda de preços), de 2,79%. Os setores com maiores altas de preços foram indústrias extrativas (26,58%), outros produtos químicos (19,70%), outros equipamentos de transporte (15,89%) e metalurgia (13,94%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas, a maior alta de preços foi observada entre os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (13,25%). Os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, tiveram inflação de 10,86%.

Também tiveram inflação os bens de consumo duráveis (6,05%) e os bens de consumo semi e não duráveis (2,98%).

Outro fator determinante da inflação geral que registrou alta foi o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel: de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula inflação de 6,74% em 12 meses.

Bons resultados

Boas novas para Massaranduba: o ano começou com saldo positivo para o agronegócio no município, com destaque para a rizicultura, que em 2018, registrou produtividade acima da média na região norte do estado, segundo dados da Epagri: 160 sacas de arroz por hectare.

Outros setores, como a piscicultura, bananicultura, plantio de palmáceas e agroindústria também comemoram os bons resultados.

Turismo em destaque

A Prefeitura de Jaraguá do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio, Serviços e Turismo, marcou presença durante o lançamento do Observatório do Turismo, na terça-feira (29), no auditório do Hotel Sesc Cacupé, em Florianópolis.

A iniciativa foi da Fecomércio SC e do Senac, reunindo o trade turístico catarinense. Na ocasião também foi apresentado o relatório “Turismo Catarinense em Movimento”, ciclo de eventos que ocorreu em 2018 visando para identificar demandas e oportunidades das diversas regiões de Santa Catarina.

Na foto, o secretário Domingos Zancanaro, o diretor de Turismo Marcelo Nasato e o presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt.

Leilões fraudulentos

A Receita Federal alerta para a existência de uma página na internet que diz leiloar mercadorias apreendidas pelo órgão. O falso endereço usa inclusive o logotipo da Receita Federal indevidamente, para dar credibilidade ao serviço.

Para se cadastrar no site falso, os usuários precisam apresentar documentos como cópia do RG e do CPF, além de comprovante de endereço. Após arrematar a suposta mercadoria, a vítima paga um boleto por e-mail e é orientada a retirar o produto em uma unidade da Receita.

A Receita esclarece que os leilões de mercadorias apreendidas pela instituição não são realizados em sites privados. O único canal disponível é o Sistema de Leilões Eletrônicos, acessado por meio do site da Receita Federal.

 

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