Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, mostram que do total dos 1.445 mil empregados pela primeira vez no ano passado, 791,3 mil (55%) foram contratados por micro e pequenas empresas; 647,2 mil (45%) encontraram vaga em grandes corporações e 7 mil estavam na administração pública. .

Na análise por segmento, o Comércio teve destaque entre os pequenos negócios, registrando o maior quantitativo de pessoas em seu primeiro emprego (305,6 mil), superando o das médias e grandes empresas (139,7 mil).

Previsto em medida provisória, o Emprego Verde Amarelo será a principal ação do governo para gerar empregos para jovens que nunca tiveram emprego formal.

A expectativa é que a MP contribua para a abertura de 1,8 milhão de vagas em um prazo de três anos, pelos cálculos do governo.

Para ser empregado na nova modalidade, o empregado deve ter como requisito ser o primeiro emprego com anotação na CTPS (não são considerados os vínculos anteriores como menor aprendiz, contrato de experiência, trabalho intermitente e avulso).

Sem motivos para preocupação

Com o dólar em alta histórica, de R$ 4,253, o ministro da Economia, Paulo Guedes, garante que a cotação não é motivo para preocupação. A declaração foi dada em entrevista coletiva, depois de evento no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington.

Segundo o ministro, a moeda caminha para a conversibilidade, cuja cotação ‘às vezes varia, às vezes sobe um pouco, às vezes cai um pouco, não tem problema nenhum.”

"Eu não estou preocupado com a alta do dólar" afirmou Guedes, adicionando "Pelo contrário. Achei absolutamente compreensível. O juro baixou, está em 5%. Quando tem política fiscal mais forte e juro mais baixo, o câmbio de equilíbrio é mais alto. O Brasil é agora um país interessante, com juro bastante baixo. Os investimentos vão começar e vai retomar o crescimento".

O dólar comercial registrou valorização nesta segunda-feira devido a dados decepcionantes das contas externas, cujo déficit atingiu 3% do PIB, no resultado acumulado para o período de 12 meses encerrado em outubro.

Fórum DEL

O programa de Desenvolvimento Econômico Local (DEL) de Schroeder realiza nesta quarta-feira seu quarto Forum DEL, no espaço gourmet do Senai de Schroeder, às 19h.

No evento, será feita apresentação do contexto gastronômico local de Schroeder e uma palestra sobre a taxa de turismo do município. Além disto, será feita a prestação de contas do programa.

13º

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber esta semana a segunda parcela do décimo terceiro salário. Os depósitos serão feitos até o próximo dia 6, conforme calendário de pagamento de benefícios.

A segunda parte do décimo terceiro será paga junto com o benefício mensal de novembro. Em setembro, os aposentados e pensionistas tinham recebido a primeira parcela de 50% do benefício.

Para os trabalhadores da iniciativa privada, o pagamento da 1ª parcela deve ser feito até sexta-feira, dia 29.

Catastrofe

O relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) divulgado nesta terça-feira (26) alertou que é preciso reduzir em 7,6% a emissão de gases de efeito estufa no período entre 2020 e 2030 para evitar uma "catástrofe climática".

O documento do organismo das Nações Unidas indicou que sem essa redução, a temperatura do planeta pode aumentar 3,2ºC. Pelo acordo de Paris sobre o aquecimento global, a previsão seria de aumento de 1,5ºC na temperatura até ao fim do século.

Mesmo diante do risco, representantes do Pnuma afirmaram que não há sinal de esforço nesse sentido e que os acordos atuais para a redução das emissões são insuficientes.

Setor elétrico precisa de R$ 450 bilhões em 10 anos

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta segunda-feira (25), no Rio de Janeiro, que o setor elétrico brasileiro vai demandar investimentos de cerca de R$ 450 bilhões até 2029 em novas plantas de geração e transmissão de energia.

Segundo ele, os investimentos são necessários, pois o crescimento estimado em geração energética é de 35% e, em transmissão, de 39%.