Por conta de esquecimento e por falta de conhecimento da população, cerca de R$ 22 bilhões ficaram parados em dois fundos salariais: o fundo do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação de Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

O dinheiro parado, segundo informações da Agência Brasil, pertenceria a um total de 11 milhões de trabalhadores que teriam direito aos saques - como ainda não foram sacados, deixam de circular na economia - quer como moeda de consumo, quer em investimentos.

Segundo as antigas regras dos dois fundos, quem tinha cota precisava cumprir requisitos para poder resgatar o dinheiro da conta. Em 2019, no entanto, o governo liberou a totalidade do saque, sem prazo limite.

Tem direito ao saque quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 1988 e não retirou os recursos até o momento. Quem trabalhou em empresas privadas têm cota no PIS, enquanto quem atuou em órgãos públicos têm direito a cota no Pasep.

Até o final do ano passado, dos R$ 22 bilhões nos dois fundos, apenas R$ 1 bilhão do montante havia sido sacado, metade do saque previsto pelo Banco do Brasil, de R$ 2 bilhões.

A morte do detentor das cotas não impede o saque, cabendo aos herdeiros ir ao banco com identidade e documento comprovando a herança.

BNDES

O BNDES gastou R$ 48 milhões em uma auditoria interna para abrir a “caixa-preta” das operações com a JBS - mas, para a surpresa de todos os envolvidos, o estudo multimilionário não encontrou nenhuma irregularidade no banco.

Com o resultado do relatório, na contramão de investigações do TCU, do MPF e da câmara, o presidente do banco, Gustavo Montezano, ficou de prestar explicações ao governo federal quanto ao resultado - e quanto ao custo - segundo reportagem do Estado de São Paulo.

Venda da Boeing

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta segunda-feira (27), sem restrições, a operação de fusão envolvendo a Boeing e a Embraer.

Segundo a autarquia, as empresas não atuam nos mesmos mercados, e não há risco de problemas concorrenciais decorrentes da aquisição. O despacho de aprovação foi assinado na noite de segunda-feira.

Construção civil

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,1 pontos na passagem de dezembro de 2019 para janeiro deste ano.

Essa foi a oitava alta consecutiva do indicador, que chegou a 94,2 pontos, maior patamar desde maio de 2014 (94,6 pontos).

SPC

Cerca de metade dos consumidores brasileiros ficaram com o "nome sujo" no SPC durante os últimos 12 meses, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (28) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

48% dos consumidores tiveram o CPF negativado nos últimos 12 meses em razão de dívidas em atraso.

Banco do Brasil

A União concluiu a venda das ações excedentes do Banco do Brasil (BB) em poder do governo. A operação, que arrecadou R$ 1,06 bilhão, ocorreu na última quinta-feira (23), mas só foi divulgada pelo Ministério da Economia nesta semana.

Ao todo, foram vendidas 20.785.200 ações ordinárias que excediam o limite necessário para a União manter a condição de maior acionista do banco. A operação não afetará o controle da instituição financeira pelo governo.

 

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