A computação em nuvem - o uso de servidores remotos para armazenamento e processamento de dados -  é um assunto cada vez mais importante, tanto para o empreendedor quanto para o consumidor.

Não são poucos os serviços processados remotamente, os dados armazenados em drives online e os aplicativos cujo processamento é feito completamente pelo servidor.

Pensando nas dúvidas neste sentido, este fim de semana o Centro de Inovação de Jaraguá do Sul (CIJ) recebe o primeiro Cloud Day.

"Muito tem se falado em computação em nuvem mas o assunto continua muito 'nublado"'para alguns profissionais e empresas. Pensando nisto montei este evento com parceria da Prefeitura Municipal e o apoio da Incubadora Tecnológica Jaraguá Tec, Spin Capital e Nuvem Digital, para que este assunto começasse a ser mais visado em nossa cidade", explica o idealizador do evento, Thiago de Andrade.

O público alvo são empresários, acadêmicos, startups que se interessem pelo tema e têm curiosidades de saber mais sobre assunto, ou até mesmo implantar em seus negócios.

Uma startup, por exemplo, não adquire servidores gigantes para iniciar seus negócios, iniciam utilizando uma plataforma em nuvem, que tem como principal característica a flexibilidade, podendo aumentar e diminuir conforme a demanda do negócio.

O objetivo com este primeiro CLOUD DAY #1, é sentir qual a demanda sobre o assunto e ter estatísticas para trazer eventos focados em soluções e fornecedores, como por exemplo, um dia somente com Google, outro com Amazon, entre outras empresas do ramo, e tentar incentivar a adesão da plataforma para empresa, acadêmicos e startups.

Para este evento, será utilizado o espaço do novo Centro de Inovação de Jaraguá do Sul, com palestrantes de grandes fornecedores de soluções Cloud, tais como IBM, Microsoft e Amazon.

O evento tem entrada gratuita, porém limitada e a inscrição pode ser feita pelo site do evento.

ABBC lança prêmio para fintechs

Associação Brasileira dos Bancos (ABBC) abre as inscrições para o Prêmio Idei@ABBC. A iniciativa tem como objetivo aproximar as fintechs e as mais de 80 instituições financeiras associadas à ABBC com soluções dedicadas a otimizar modelos de negócios, reduzir custos, ao mesmo tempo que colaboram para o desenvolvimento de tecnologias para o fomento da inclusão financeira e a sustentabilidade econômica do país, uma das missões da instituição.

As fintechs podem submeter seus projetos, gratuitamente, em três categorias:

  1. User Experience: para projetos que ofereçam melhorias na experiência do cliente;
  2. Competitividade: destinado aos projetos que contemplem soluções inovadoras em meio digital, para acesso a produtos e serviços financeiros;
  3. Analytics: projetos que otimizem a extração de valor dos dados e resultem em melhor eficiência de venda ou operacional.

As inscrições estão abertas até 1º de outubro, segunda-feira, exclusivamente pelo site.

Chevetteiros no Shopping

Os veículos antigos invadiram, mais uma vez, o Jaraguá do Sul Park Shopping. Em parceria com o Clube Bela Infância, o empreendimento recebe, até o dia 1º de outubro, uma exposição de automóveis Chevette.

Os modelos, cedidos pelo Clube Chevetteiros Jaraguá do Sul, são de diversos anos e prometem encantar os visitantes, que poderão conferir os carros, diariamente, das 10h às 22h, no piso L1.

Guardia defende flexibilizar preços do combustível

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse nesta terça-feira (18) que é preciso uma saída para o atual sistema de subsídios ao diesel, criado após a crise gerada com a paralisação dos caminhoneiros, em maio.

“Precisamos de soluções mais estruturais para esse problema”, defendeu ao comentar os preços elevados dos combustíveis, uma das queixas do setor de transporte de cargas.

Como uma alternativa, Guardia propôs dar maior competição ao setor do refino, com mais liberdade de preços, e adotar um tributo como proteção, para absorver as variações do preço do petróleo no mercado internacional.

Intenção de investimentos cai, mas se mantém positiva

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 3,1 pontos no terceiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior.

Com a segunda queda consecutiva, o indicador atingiu 113 pontos em uma escala de zero a 200 pontos, o menor nível desde o terceiro trimestre do ano passado (105,1 pontos).

O indicador busca antecipar as tendências econômicas no país a partir da disseminação do ímpeto de investimento entre as indústrias.

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