A opinião dos políticos muda conforme a maré. No PMDB há os que decidiram ficar em cima do muro, mas também há aqueles que preocupados com o pleito de outubro fizeram o jogo da oposição.

Presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados Eunicio Oliveira e Rodrigo Maia correram para defender a queda dos impostos e criticar o governo, no qual eles têm uma parcela de indicados ajudando a deixar a conta mais cara para os brasileiros.

Em Santa Catarina e em Jaraguá do Sul muitos aproveitaram a onda pró-caminhoneiros e se fizeram ver nas manifestações. Até então, nenhum deles tinha um discurso incisivo contra a taxação dos combustíveis.

Agora muitos políticos com mandato falam da necessidade do Brasil baixar a carga tributária, mas o eleitor deve observar se durante a carreira eles fizeram uso de verbas excessivas de gabinete e de um punhado de assessores para não fazer nada. Ou até para fazer: trabalhar exclusivamente pela manutenção deles no poder.

O próprio deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), que na quinta-feira havia afirmado que era contrário ao bloqueio de estradas dizendo: “fechar rodovia é extrapolar. Com isso, não dá para negociar”, no domingo defendeu os caminhoneiros e pediu a redução do preço do óleo diesel.

Todo mundo quer tirar uma lasquinha da greve, bem no estilo política tradicional que ninguém aguenta mais.

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