O modelo de concessão idealizado pela Amvali para o Morro Boa Vista e arredores pode ser uma saída inteligente.

O local é o segundo mais procurado pelos turistas e moradores em dias de lazer. Fica atrás apenas do Parque Malwee.

Porém, é nítido que falta infraestrutura e controle. Em alguns dias, mais de mil veículos passam pela estradinha de seis metros de largura. É um risco constante.

Além disso, apesar de ter uma das mais belas vistas da região e ser conhecido por praticantes de voo livre do país inteiro, o morro não oferece muitas atrações.

As duas igrejas no percurso podem ser melhor aproveitadas. Assim como banheiros, mirante e uma lanchonete são vislumbrados.

Não dá para esperar que o poder público, com tantas prioridades mais urgentes, como saúde, educação e saneamento, dê conta de resolver tudo.

Apontar soluções e chamar a iniciativa privada para participar é um importante avanço. Os mais sonhadores falam até em instalar bondinho até o topo. Tudo é questão de estudo e de se abrir oportunidades.

Aliás, em outro patamar, o governo federal anunciou que irá conceder para iniciativa privada a administração dos parques Nacionais Aparados da Serra e da Serra Geral, na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nesta semana, o ministro Ricardo Salles visitará o estado e divulgará detalhes do projeto.

Avanços na educação infantil

Os últimos dias foram de notícias positivas para Secretaria de Educação de Jaraguá do Sul.

Com a compra da Dente de Leite confirmada por R$ 1,3 milhão e com o edital de compra de vagas em creches particulares pronto para ser lançado, o município vai atendendo uma das maiores demandas das mães.

Depois da Previdência

A proposta de reforma tributária que o Congresso analisa apresentar nas próximas semanas tem um ponto-chave: substituir cinco tributos atuais por apenas um.

Segundo o líder do MDB na Câmara e autor da proposta, Baleia Rossi (SP), a ideia é pegar PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS e unificá-los no novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

O IBS terá incidência não-cumulativa sobre base ampla de bens, serviços e intangíveis; desoneração completa das exportações; ressarcimento tempestivo de créditos; crédito integral e imediato para investimentos; crédito amplo (exceção: consumo pessoal); adoção opcional para as empresas do Simples; arrecadação centralizada e distribuição da receita para União, os Estados e os municípios.

Ação de SC

O ministro Luiz Fux pediu que o presidente do STF coloque em pauta ação de Santa Catarina que questiona a obrigatoriedade de investir 15% em Saúde.

O questionamento contra a obrigatoriedade foi protocolado ainda no governo de Raimundo Colombo (PSD).

Paradas, sem verba

Pesquisa da Fiesc revelou que 85% de 49 obras rodoviárias estaduais e federais em Santa Catarina estão paradas ou com orçamentos comprometidos.

Entre elas o elevado de Guaramirim e a duplicação do trecho urbano da BR-280. As obras do estudo, somadas, representam investimentos da ordem de R$ 6,2 bilhões.

Para BR-280

O DNIT solicitou R$ 221 milhões para tocar a obra de duplicação da BR-280 em 220. É bem mais do que os R$ 89 milhões garantidos no orçamento para 2019, aprovado no ano passado e até agora sem anuncia de aporte maior.

Transparência nas isenções

O governador Carlos Moisés e o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC), Adircélio de Moraes Júnior, assinaram, ontem, termo de cooperação que oficializa, por parte do órgão fiscalizador, o acesso aos dados referentes às concessões de benefícios fiscais no Estado.

A parceria é um gesto inédito de aproximação entre instituições que, em um primeiro momento, parecem ter atuações antagônicas, mas que convergem para o interesse público na transparência e na gestão mais eficiente.

O governador destacou que o termo de cooperação garante uma atuação fiscalizatória mais ágil e segura por parte do TCE.

 

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