Se você iniciou a leitura deste editorial, instigado pelo título, é porque, como assíduo leitor, você também lê jornais diariamente. Logo, você não se insere na maioria dos brasileiros cuja cultura é mais oral e auditiva do que textual, infelizmente.
Num momento de rupturas, onde se tornou comum jornais reduzirem a periodicidade diária, em substituição a suplemento semanal, há que se levar em consideração que, a rotina diária das pessoas conectadas com o mundo, deve continuar sendo suprida.

É preciso entender que esse assinante nutre o prazer em se saciar de informações advindas das mais diversas fontes, o que o diferencia do padrão comum. Sem depreciar quaisquer que sejam os canais, pesquisas tem comprovado que há o público, cujo perfil de leitura, é fiel ao impresso. Há, obviamente, os que não abrem mão de serem assinantes das duas plataformas, impressa e digital. São provas vivas de que o jornal sobrepujou o tempo e segue com o ‘seu papel’.

O assinante de um veículo diário, tem convicção da função cívica de um jornal, sem o qual não se conceberia Democracia. Ele não imagina uma sociedade livre sem o pilar da imprensa. O leitor diário do impresso admite que, além da credibilidade, autenticidade, formalidade e praticidade, o jornal proporciona uma pauta selecionada, organizada, diversificada e agrupada por temas, oferecendo um percurso orientativo para a absorção do conteúdo.

Mesmo que o interesse seja por uma editoria específica, o simples ato de folheá-lo levará, naturalmente, a todas as editorias, dando-lhe a sensação de dispor da pauta noticiosa completa do dia, diante dos olhos. Poderia se considerar então, que nessa plataforma, o leitor é apresentado ao conteúdo. É só nesta condição que, involuntariamente, ele poderá ser surpreendido com inesperada matéria capaz até de mudar sua vida.
Diante o exposto, o OCP segue reafirmando sua missão diária de, ‘informar e conectar a comunidade com os fatos que impactam sua vida’.