Cada dia mais população vem sofrendo de esgotamento mental e as principais causas são: situação financeira, excesso de cobranças e de atividades, desmotivação no que faz e mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Diante disso, a população busca dar prioridades aos ganhos materiais, deixando para último plano o cuidado com a saúde mental, chegando a exaustão.

Como consequência, o desgaste físico e emocional pode gerar transtornos como depressão, ansiedade, estresse dentre outros. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos mentais e comportamentais estão entre as principais causas de faltas ao trabalho no mundo.

Ou seja, o esgotamento pode impactar tanto na vida pessoal, como profissional, comprometendo “o objetivo primário” de estabilidade financeira. Portanto, não há erro em priorizar o trabalho, o erro está no excesso.

Os sinais de esgotamento são: isolamento, irritabilidade, falta de concentração, lapsos de memória, dores musculares, problemas digestivos, perfeccionismo... Vale mencionar que este último tende a ser valorizado no trabalho, todavia, é preciso compreender que errar é humano, a não aceitação deste fato pode gerar vários sintomas negativos, sendo necessário à procura de um profissional para acompanhamento terapêutico.

Logo, para evitar este quadro, respeite seu organismo, não tente se mostrar incansável e super produtivo a todo momento, a curto prazo, poderá até ter ganhos, contudo a médio e longo prazo há grande tendência ao esgotamento. Faz-se ainda necessário manter equilíbrio entre responsabilidades e lazer, inserindo atividades prazerosas no dia a dia.

Marcos Silva da Silveira

Psicólogo clínico (CRP 12/14788), psicoterapia para adolescentes, adultos e idosos.

Onde atende: Policlínica Rio Branco, na rua Barão do Rio Branco, 207 - Sala 6, no Centro de Jaraguá do Sul.
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