Por Nelson Luiz Pereira_conselheiro editorial do OCP

 

Com o propósito de fornecer à classe empresarial, e público em geral, um instrumento norteador acerca da economia brasileira, nas dimensões nacional e regional, a Rede OCP de Comunicação lançou em março do corrente ano, o “Relatório OCP Expectativas de Mercado”, publicado nesta sexta-feita (11) e que chega a sua última edição de 2020.

O respectivo conteúdo tem destacado, mensalmente, quatro indicadores fundamentais da economia brasileira: IPCA (%); PIB (%); Taxa de câmbio (R$/US$) e Taxa Selic (% a.a.), bem como, a expectativa sobre a economia da microrregião do Vale do Itapocu.

Em essência, esse periódico relatório analítico, tem retratado, ao longo do ano, que embora a economia nacional tenha sido fortemente impactada pela crise pandêmica, o otimismo local pela retomada não sofreu o mesmo abalo.

Há um fator determinante a ser considerado, que é a característica peculiar de nossa economia regional. A diversificada atividade econômica, aliada a diferenciado poder de resiliência, alto padrão tecnológico, e forte vocação empreendedora, faz com que a região seja, normalmente, a última a sofrer o impacto das crises, e a primeira a sair delas.

Entretanto, não se trata de uma região economicamente alijada e independente da realidade nacional. Para que a retomada seja sólida e duradoura, ela depende, também, da concretização das urgentes reformas que tramitam no Congresso Nacional, notadamente a tributária e a administrativa.

É preciso que o estado inverta a incoerente lógica de onerar quem produz e gera empregos e riquezas. Portanto, são promissoras as expectativas de que os indicadores desse instrumento analítico possam, para 2021, traduzir, de fato, um crescimento sustentável da economia.

 

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