Perdemos a conta do número de editoriais aqui publicados, abordando a letargia desta que, além da BR-280, é uma das importantes obras estruturais para nossa região. Ressaltamos que não arredaremos o pé de nosso papel de postulante e porta-voz das demandas que impactam o desenvolvimento de nossa comunidade.

Somos uma região de grande potencial econômico e geradora de riquezas. Nosso gargalo crônico sempre foi a limitada estrutura viária que não depende das administrações locais. Somos, a propósito, um modelo regional de economia que busca se conduzir pela via do ‘estado mínimo’.

Como já argumentamos aqui, a história tem provado que fazemos por nossa região, aquilo que nos cabe e, dependendo da circunstância, fazemos até o que não nos cabe, e no menor prazo possível, diga-se de passagem.

Entretanto, o mínimo que necessitamos do estado, sempre se torna o máximo em problemas e morosidade. Estamos findando mais um ano sem que as obras viárias estejam concluídas. Isso é um retrato fiel do senso de urgência que o estado, paradoxalmente, dedica a quem muito produz e arrecada para esse mesmo estado.

Agora passamos a alimentar mais uma expectativa: A empresa Cetenco Engenharia apresentou o menor valor para executar a obra de 15 quilômetros de duplicação da SC-108, entre Guaramirim e Massaranduba, no montante de R$ 237 milhões.

O próximo passo, ou desafio, será vencer todo o trâmite burocrático que precede a emissão da ordem de serviço. Será que agora vai?