Podemos falar por Santa Catarina. Em nosso Estado a criminalidade está perdendo. A mensagem de que “o crime não compensa”, parece ter mais eco por aqui. Sabemos que a criminalidade é uma das principais mazelas da sociedade brasileira. Ainda seguimos sendo um dos países mais violentos do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Independentemente de quem seja o governo, a carência da Educação e a acentuada desigualdade social, sempre foram os propulsores dessa moléstia. Há que se considerar, ainda, que a criminalidade não se encerra no ato criminoso. Ela se mantém em curso pela impunidade e pela limitação do Estado em garantir proteção e justiça.

Entretanto, esforços por parte do poder público e sociedade organizada, têm sido verificados. ‘Ilhas de excelência’ por esse imenso país, tem emergido. Santa Catarina é uma dessas realidades.

A criminalidade mostra-se em queda e com as menores taxas da série histórica. De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública, entre 1º de janeiro e 31 de maio deste ano, registrou-se queda de 17% do número de roubos, 10% de furtos e 21% de homicídios.

Esses resultados positivos refletem investimentos em segurança pública, o que é dever do estado, podendo melhorar ainda mais. Se no âmbito de Santa Catarina os números são favoráveis, essa realidade não é diferente em Jaraguá e região.

Há por aqui, um competente trabalho de segurança sendo realizado, no tocante a gestão, inteligência, recursos e capacitação. Aliado a isso, há o senso de colaboração da coletividade para com os órgãos e agentes de segurança.

Pode-se considerar, então, que o melhor arsenal para minimizar a criminalidade, é consistente investimento público conjugado com o compartilhamento de forças e responsabilidades entre sociedade civil e polícia. Portanto, uma missão coletiva.