Por Nelson Luiz Pereira _ conselheiro editorial do OCP

Se aproxima o Dia das Crianças e da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Apesar do momento circunstancial da pandemia, a data merecerá digna e dobrada comemoração no ambiente familiar.

Se a ocasião é de tensão e cuidados, deverá ser, também, de celebrar a vida, a união, o amor e a espiritualidade. Afinal, a data é duplamente comemorada, por agregar dois significados sublimes: a pureza no mundo e a proteção divina.

Tradicionalmente, em datas especiais como esta, além de se expressar amor e gratidão, é costumeiro o ato de presentear. Uma atitude que, além de proporcionar alegria, movimenta também a rede de comércio, que gera empregos, recursos e movimenta a economia.

De fato, a pandemia sugere, como primeiro impulso, compras via internet. É compreensível, também, que recursos financeiros sempre serão regidos pela lógica da escassez, motivando qualquer aquisição a orientar-se pela razão do melhor preço, qualidade e condição.

Todavia, momentaneamente, não desfrutamos de uma situação econômica confortável, por conta da crise pandêmica. Por isso, uma simples atitude estimulada pelo senso de coletividade e reciprocidade poderá fazer uma significativa diferença.

Os dias que antecedem esta data festiva, representam uma oportunidade para demonstrar que a crise, mesmo sendo humanitária, ela não precisa ser por carência de unidade coletiva.

Por isso, priorizar as compras locais, é uma digna forma de presentear as crianças, com a benção da Padroeira, reconhecendo e presenteando também a cidade. A união de forças contagia. É com essa atitude que se atravessará essa crise, para um estágio mais evoluído.

 

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