Vivemos em um mundo que recentemente foi açodado por uma realidade não prevista.

Poucos os que podem dizer que um dia previram um cenário de afetação mundial, onde um simples vírus, estreitamente ligado ao da influenza (gripe) provocou não apenas uma pandemia de escala global, mas obrigou Estados Soberanos a adotarem políticas intervencionistas e autoritárias, com adoção de distanciamento social como nunca visto.

Contudo, o mundo gira e a ninguém espera.

Lamentar as dores é uma necessidade aos envolvidos e afetados, mas seria um erro não revidar e buscar dias melhores. Dificuldades enfrentadas e o estado de necessidade se tornam terreno fértil para a invenção e novas ideias. Por todos os lados pessoas engajadas em auxiliar, ajudar o próximo e reinventar despontam.

Muitos sofreram, alguns mais do que outros, e todos nós fomos afetados. Daí o porquê de repensarmos como podemos sobreviver e melhorar, para impedir a repetição desse cenário.

Inventos e inventores têm surgido, e não precisamos nos distanciar para vê-los. Máscaras e respiradores portáteis (Bold), respiradores (WEG) e tecidos antivirais (Dalila), são prova de que algo de bom pode surgir e, de fato, surge.

Ações sociais como as realizadas pelas prefeituras, no alento aos mais necessitados, apoio ao comércio local (CDL) e a viabilidade de novas plataformas e na aquisição de testes para enfrentamento do Covid-19 (ACIJS) são exemplos de passos certeiros em apoio à comunidade empresarial e ao cidadão.

A criação de comitês de gestão de crise e o enfrentamento da estagnação, abraçando causas de disrupção e a aplicação prática de modelos até então apenas pensados, nos faz refletir se não devemos constantemente nos questionar, entender que o mundo mudou e que devemos nos esforçar mais para acompanhar.

A informação já era essencial. Ocorre que, agora, não basta ter informação, mas que seja certeira, que esteja conectada e possa circular. Não basta saber, mas entender, ir além da leitura e compreender como os dados que recebo podem me ajudar, auxiliar meu negócio e me fazer avançar.

O empresário já entendia essa necessidade, sendo inventivo e certeiro para angariar sucesso. O que a realidade do coronavírus trouxe para a classe empresarial foi uma aceleração de processos e uma percepção mais fina, mais sintonizada com as necessidades do mundo e o futuro que nos aguarda.

Pensamento estratégico, aspiração inovadora e atitude desafiadora são a bola da vez. O empresário que acredita em seu potencial, está informado e tem uma adequada assessoria, terá um futuro de sucesso pela frente, basta acelerar.

Artigo elaborado pelo advogado Frederico Carlos Barni Hulbert, inscrito na OAB/SC nº 17.208 - Formado em Direito e com Pós-Graduação em Direito Civil, ambas pela Fundação Universidade Regional de Blumenau – FURB. Atuante nas áreas de Direito Ambiental, Direito Civil, Direito Empresarial e Diagnóstico Ambiental e Soluções de Conflitos na Mattos, Mayer, Dalcanale & Advogados Associados.