O relator da auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) no sistema eletrônico de votação, ministro Bruno Dantas, apresentou, esta semana, um balanço parcial dos trabalhos, no qual afirma que o processo eleitoral “já se mostra sólido, confiável e adequado ao exercício da cidadania.”

Ele fez a declaração no final do balanço, após ressaltar a importância da atuação do ministro Benjamin Zymler como representante do TCU na Comissão de Transparência das Eleições (CTE) – criada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no final de 2021 –, na qual a Corte de Contas busca contribuir para o aprimoramento do processo eleitoral.

A auditoria realizada pelo TCU tem por finalidade avaliar a segurança, confiabilidade, transparência e a auditabilidade do sistema eletrônico de votação. O ministro autorizou a auditoria em seis etapas, para permitir um amplo alcance de objetivo e o acompanhamento das medidas adotadas pelo TSE para a realização das Eleições 2022.

Andamento

As duas primeiras etapas da auditoria do TCU já foram inclusive examinadas pelo plenário da Corte de Contas. Na ocasião, o Tribunal apresentou importantes contribuições à sociedade e ao TSE. Entre elas, o destaque para a demonstração dos principais mecanismos de gestão de risco, de segurança e de transparência adotados nas três fases do processo eleitoral, antes, durante e após a votação, e que permitem a auditabilidade do voto. O TSE já implementou melhorias na transparência do processo eleitoral a partir das recomendações dessas primeiras etapas da fiscalização.

As etapas seguintes da auditoria, segundo do TCU, contam com a participação de auditores especializados em tecnologia da informação, que também acompanharão a atuação dos tribunais regionais eleitorais (TREs) nas eleições. Dantas acrescentou que serão acompanhados, entre outros, os procedimentos de preparação, realização, apuração, totalização e divulgação dos resultados do pleito de outubro.

Lunelli visita Salvaro e diz que gostaria de aliança com PSDB

Em roteiro pelo Sul de Santa Catarina, Antídio Lunelli (MDB) visitou na sexta-feira (20) o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB). Estava acompanhado do presidente do partido, Celso Maldaner, e do pré-candidato a deputado federal, Rodrigo Ganso.

Não é a primeira vez que os dois se encontram e falam sobre as eleições de outubro deste ano. Pré-candidato ao governo do Estado pelo MDB, Lunelli disse a Salvaro que aprecia os resultados que o tucano alcançou na gestão pública e reforçou que gostaria de construir uma aliança com o PSDB.

“Admiro o trabalho do Clésio, que agiu como um gestor. Ele é da minha linha. E é isso que Santa Catarina precisa. Uma administração exitosa, que tenha planejamento e capacidade para fazer o que realmente precisa ser feito”, falou. Nas próximas semanas, Lunelli deve se encontrar com a direção estadual do PSDB.

Foto: Divulgação

 

Deu o que falar

O fato do nome do prefeito de Massaranduba Armindo Sesar Tassi (MDB) aparecer na carta em que
14 prefeitos da região de Blumenau assinaram esta semana declarando apoio aberto à reeleição do governador Carlos Moisés (Republicanos), deu o que falar para as bandas de cá. Emedebista e ainda mais da região do pré-candidato ao governo estadual Antídio Lunelli, Tassi deve ter sido cobrado nos bastidores pelo posicionamento.

Na sexta-feira, em entrevista à rádio 105 FM, o prefeito de Massaranduba disse que coloca o governador Carlos Moisés como segunda opção e que seu apoio é para Antídio Lunelli, dizendo que assinou o documento porque a cidade tem várias obras em andamento. "Eu falei da decisão assim na reunião: se o MDB tiver o candidato e vai ter, eu sou do MDB. Se não for, eu dou apoio ao governador Carlos Moisés”, comentou em entrevista para o jornalista Jailson Angeli.