Uma das tendências que vem crescendo atualmente no mercado imobiliário e de investimentos, é a construção de Edificações de Uso Misto, ou seja, possibilitar que no mesmo local, sejam feitas residências multifamiliares e também comerciais. Este fator se dá principalmente para facilitar a mobilidade urbana e reduzir as distâncias entre trabalho, moradia e lazer.

Assim, o principal desafio deste projeto é suprir as necessidades fundamentais de moradia e, ao mesmo tempo, pesquisar na região as legislações apropriadas para o desenvolvimento do projeto comercial devido às regras existentes de zoneamento, acessibilidade e facilitação do usuário aos respectivos comércios, escritório e afins.

Os empreendimentos de uso misto, podem ser encontrados verticalmente – em dois ou mais pavimentos – e também horizontalmente, em lotes adjacentes.

A edificação vertical contempla um edifício único e de vários andares, onde o mais utilizado é a locação de lojas ou salas comerciais no piso térreo, e nos andares superiores, apartamentos de uso residencial. Eventualmente é utilizado o uso do subsolo para estacionamento.

No formato horizontal, em uma escala maior, geralmente o projeto é formado por prédios e cada um tem uma ou duas finalidades específicas, geralmente ao redor de uma praça, pátio ou espaço aberto.

Os projetos de uso misto, tem como principais vantagens proporcionar incentivo à convivência das famílias, segurança, criação de espaços comuns de lazer, proporcionando sustentabilidade e aproveitamento das áreas verdes. O grande objetivo é atender em uma mesma estrutura residências, escritórios e comércios, facilitando tanto para bairros nobres nas regiões centrais quanto à periferia, melhorando assim a qualidade de vida de moradores.

A fachada é o cartão de visitas do empreendimento e deve representar um padrão estético da região onde estará inserido. Além da funcionalidade para atender ambos tipos de utilização, deve-se observar a atratividade para o uso comercial, assim como as condições favoráveis para a conservação e preservação. Para isso ser possível, é importante a escolha de materiais com alta durabilidade e pouca manutenção.

A principal escolha a ser feita é entre a pintura e o revestimento, com cerâmica, pedras naturais ou porcelanato. Deve-se observar as vantagens ao longo do tempo, por exemplo, a pintura terá um custo inicial menor, porém a sua manutenção é constante. Já aplicação de revestimentos, tem um alto custo inicial, porém baixa manutenção, além do design moderno e arrojado.

O design de interiores, nas áreas de convivência, assim como a escolha e disposição dos móveis, definição das cores e ambientação de áreas verdes, devem ser cuidadosamente planejados, pois também reflete a modernidade e bem-estar dos moradores e visitantes.

Imagem divulgação Eixo 11

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