Quando se fala de construção sustentável logo vem à cabeça do cliente: “Vai custar mais caro!” Mas não é verdade.

Temos hoje produtos com tecnologias que utilizam materiais reciclados e se preocupam com a redução dos impactos ambientais, como por exemplo o tijolo ecológico, que ganha destaque por não causar desmatamento e emissão de gases tóxicos na sua produção, além de outras práticas da construção que têm o objetivo de obter uma edificação que não agrida o meio ambiente, com conforto térmico e consumo de energia racional e melhoraram a qualidade de vida dos usuários.

A nova arquitetura deve estar em harmonia com as ferramentas mais modernas e da forma correta sob os pontos de vista estético, conceitual e cultural, além de ser uma obrigação de todos a atenção ao meio ambiente. Uma arquitetura sustentável se preocupa com a iluminação e ventilação das edificações.

O correto posicionamento de uma edificação e a disposição de aberturas/janelas de acordo com o deslocamento do sol no horizonte e a direção do vento garantem que ela fique bem iluminada pela luz do sol e arejada, simples detalhes que resultam em conforto térmico e reduzem o uso de condicionadores de ar, que são altamente poluentes à natureza, e de iluminação artificial, que dependendo da escolha das lâmpadas, podem ter baixo rendimento.

De uma forma geral, os parâmetros de sustentabilidade valorizam um imóvel e trazem a satisfação de criar algo em harmonia com o meio ambiente e a sociedade.

  • Jeanita Bonato - CAU/SC A135996-7 - Arquiteta e Urbanista
  • Mariana Silva - CAU/SC 199214-7 - Arquiteta e Urbanista