Foto divulgação | Pexels
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Fé na dose certa nos conforta, mas em excesso, acomoda. O medo nos protege, mas se for demais, nos acovarda. Onde está o traçado que separa a teimosia da persistência? “A dose faz o veneno” é uma famosa frase atribuída a Paracelso, médico no século XVI e considerado o pai da toxicologia.

Todos os elementos químicos, incluindo a água e o oxigênio, podem ser danosos ao organismo quando em excesso. Esse princípio rege as concentrações máximas aceitáveis para quase todas as coisas que consumimos e as muitas situações em nossas vidas.

No Pilates não seria diferente. A fama é que o Pilates faz bem para a saúde, proporciona qualidade de vida e reabilita as mais variadas alterações do corpo físico e mental. Hoje um dos métodos mais recomendados para as pessoas praticarem, para sentir, entender e escutar o corpo.

Mesmo assim, ainda é muito comum ouvir os mais variados conceitos sobre o Pilates. E não é a toa, hoje tem Pilates de todas as formas e jeitos, desde o original até os híbridos, aqueles que utilizam o nome Pilates para atrair clientes. E é quando ele se torna um veneno, dos mais perigosos a serem ingeridos.

Uma experiência traumática, com uma dosagem incompatível com a sua necessidade, utilizado de forma inapropriada, que fere e provoca um afastamento definitivo. Doses de Pilates sem propósito podem provocar graves efeitos colaterais, no conceito, no entendimento do Método e na saúde da pessoa.

Quem o prova no excesso ou na falta, porque sabemos que a pequena dose do veneno também pode ter efeitos indesejados, o odeia. Mas quem experimenta o Pilates na dosagem certa, entende que ele é uma arte onde se ajusta a harmonia, sintonia, beleza e simplicidade de atos cotidianos com a Ciência.

Não é uma receita pronta, é um trabalho minuciosamente definido. As respostas de cada pessoa variam muito e mesmo numa mesma pessoa, uma determinada dose terá mudanças necessárias ao longo do tempo.

O Método Pilates é muito mais complexo que aplicar exercícios, “quando o aluno deixa de evoluir, é porque o instrutor deixou de pensar”. Pilates não é uma série de exercícios de alongamento ou para fortalecer o Core.

Ele é terapêutico, para condicionamento, para fortalecimento, para nos conhecer mais profundamente e a nos entender com o nosso corpo. O método Pilates é individual, é antes de tudo, uma reconciliação com um corpo que se tornou rebelde e se adequou à nossa rotina acelerada.

É personalizado e construído a cada aula, um raciocínio sobre cada pessoa, sem receitas prontas. Nós profissionais estamos realmente dispostos a oferecer a dose certa? E você, está disposto a conhecer o verdadeiro remédio ou se contenta com o similar que se torna veneno?

Está realmente disposto a tomar a dose correta que precisa ou se contenta com apenas uma parte dela? O que é oferecido a você? Preço ou Valor? A diferença entre o remédio e o veneno é a dose, assim como o momento de aplicá-lo e como aplicá-lo.

Quando entendermos e utilizarmos esse princípio, teremos achado a porta que nos livra de tantos maus Pilates e não precisaremos fazer tanto sacrifício para diminuir os efeitos colaterais e mudar a forma das pessoas verem o que ele é.

Andreia Chiavini Movimento e Bem Estar

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