Da janela vejo o sol brilhando, a vida seguindo o percurso natural, enquanto meus ouvidos executam o desejo de estar lá fora, independente, sem precisar de ajuda de ninguém.

Sou fisioterapeuta e direcionei, nesses 16 anos de formada, minha atuação profissional em promover saúde, qualidade de vida e bem-estar. Mas olha só que ironia, é muito mais fácil fazer uma pessoa doente entender a importância da sua saúde, do que uma pessoa saudável que tem a liberdade de ir e vir. Isso mesmo, só se dá o devido valor a algo quando não a temos mais, quando perdemos o domínio sobre aquilo.

E falando em saúde, vejo o quanto em muitos momentos ela deixa de ser prioridade na vida das pessoas. O quanto estamos perdendo a saúde de tanto que buscamos uma “saúde idealizada”. Os gastos com coisas supérfluas e que não leva a nada supera os investimentos que deveriam ser feitos com o bem-estar físico e mental. Porque, como a formação da água, se faz necessário as moléculas de hidrogênio e a molécula de oxigênio para ela existir, para estarmos saudáveis, precisamos ter a consciência e admitir que é necessário o equilíbrio físico, mental e espiritual. Como a água, não podemos separar os três elementos. Mas o saudável é assim, deixa para depois, está tudo bem, nada fora do controle, como se tivéssemos controle de tudo e não fossemos cobrados no futuro pelos nossos atos do presente.

Estamos saudáveis, então tudo bem, as vezes a preguiça dita as regras, as desculpas, os gastos a mais naquele mês e quando decide se cuidar e se tornar prioridade, faz pesquisa de preço, procura o profissional da saúde mais barato, pechincha, quando deveria fazer pesquisa de valor, de qualidade e conhecimento desse profissional. Aceita qualquer coisa, não questiona, não investiga, não pensa o motivo do profissional cobrar muito mais barato pelo seu trabalho. Você coloca nas mãos dele o teu bem mais valioso, a sua saúde. Mas eu entendo o motivo em não querer gastar, é porque não sabe o quanto custa correr atrás do prejuízo e tentar recuperar a saúde perdida.

Ah, se você soubesse quanto custa o estacionamento do hospital, quanto custa o cilindro de oxigênio, o médico especialista que o teu plano não cobre, as novas tentativas, os exames, a cirurgia, a biopsia, quanto custa o medicamento de uso continuo, as terapias em domicilio, o alimento adequado, o medicamento alvo, a conta da farmácia, o advogado (as vezes somente assim para conseguir o medicamento, pois o teu plano segue as normas da Anvisa e ele não esta na lista de aprovação), o quanto custa estar dependente do auxilio saúde... Ah se você soubesse o preço alto que é lutar pela vida, o prejuízo emocional, familiar.

O quanto custa perder a sua liberdade, o direito de ir e vir, de respirar o ar livremente, de tomar banho sem auxilio, de almoçar com os amigos, de ir ao parque brincar com o seu filho, o quanto é caro perder o convívio com as pessoas, com a rotina, com o trabalho. O tempo para, a doença impera e você nunca relaxa. Está sempre alerta, não dorme, não sabe o que pode acontecer, não vê futuro. Você sofre e Deus se torna a sua única força, porque nesse momento você entende o que é ter FÉ.

Você pessoa saudável, não sabe o valor da sua saúde, porque se soubesse olharia o autocuidado como um investimento e reclamaria menos quando um profissional qualificado lhe passa o seu valor. Você, saudável, não sabe o quanto é muito mais barato cuidar da saúde do que querer ela de volta. Que é possível cuidar do físico, da mente e do espirito por vontade própria, por atitude. Que Deus está sempre conosco, mas nós nos afastamos dele. O Quanto vale a pena investir em profissionais qualificados para ficar cada vez melhor. Ter saúde plena, na sua totalidade, porque na doença, O corpo padece, a mente enfraquece e a alma chora.

Andreia Chiavini Movimento e Bem Estar

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