O comandante da operação de resgate realizada em Jurerê na estrutura que colapsou após explosão na ocorrida na manhã desta terça-feira (25) afirmou que o imóvel estava irregular perante a corporação. “O imóvel não tinha nenhum registro no Corpo de Bombeiros. O imóvel estava irregular perante a fiscalização do Corpo de Bombeiros. É um residencial multifamiliar, exige fiscalização e tem que ter algum sistema de segurança”, disse o capitão Bruno Azevedo Lisboa ao portal G1.

A principal suspeita é de que a estrutura desabou após explosão por vazamento de gás. A perícia que será feita no local é que vai apontar a verdadeira causa da explosão, mas Lisboa antecipa as irregularidades. “Vamos notificar a edificação”, assegura.

 

A estrutura de dois andares tinha 10 quitinetes que foram interditadas, quatro delas na parte que desabou. | Foto CBMSC

 

 

O proprietário não estava no local e não foi localizado até a manhã desta quarta-feira (26). A estrutura de dois andares tinha 10 quitinetes que foram interditadas, quatro delas na parte que desabou.