Mais três suspeitos foram presos neste sábado (20) durante a investigação da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que caiu de uma ponte de 40 metros durante um salto de rope jump em Limeira (SP). Segundo a Polícia Civil, os detidos integravam a equipe responsável pela organização e execução da atividade.
De acordo com a investigação, há indícios de possível supressão de provas, incluindo o desaparecimento da câmera 360 usada pela vítima no momento do salto. A polícia também apura a exclusão de conteúdos digitais que poderiam ajudar a esclarecer o caso. Foram cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão em endereços ligados aos investigados.
A responsável pela atividade, ligada à empresa informal “Entrecordas”, foi presa no Rio de Janeiro. Outros dois homens foram localizados em Limeira e Indaiatuba. As defesas afirmam que os investigados colaboram com as apurações e que dois deles não tiveram participação ativa no salto, atuando apenas no encerramento da atividade e no socorro após a queda.
Maria Eduarda morreu no último sábado (13), após ser lançada da plataforma sem a corda de segurança presa ao corpo. Três instrutores já haviam sido presos no dia da tragédia e seguem detidos. Eles foram autuados por homicídio com dolo eventual. Segundo a polícia, o grupo não possuía empresa formal e cobrava R$ 180 pelos saltos.