O Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve - em segunda instância - a pena de 22 anos de prisão a um homem acusado de matar o DJ e apresentador Clovis William dos Santos. O crime ocorreu em Laguna, no Sul do estado, no dia 6 de janeiro deste ano.

 

 

Clovis, o réu e mais dois adolescentes estavam dando uma volta pelas praias da cidade no veículo do DJ - um Renault Duster - quando ele foi surpreendido pelos três e passou a ser agredido com socos e chutes.

Após ser asfixiado, ele desmaiou e foi amarrado e colocado no bagageiro do veículo. Durante uma manobra brusca, o corpo do DJ caiu do porta-malas. O laudo apontou que a morte dele foi causada justamente por traumatismo craniano.

Para que o crime permanecesse oculto, ele foi lançado ao mar - a corrente marítima, no entanto, levou o corpo para a Praia do Gi, onde foi encontrado por banhistas no dia 7 de janeiro.

O réu foi condenado pelos crimes de latrocínio, tentativa de ocultação de cadáver e corrupção de menores, porque contou com o auxílio de dois adolescentes, ambos de 17 anos. Os menores foram apreendidos quatro dias após o crime.

Clovis, conhecido como DJ Mukirana, era jornalista de formação e trabalhou como apresentador de televisão em um canal universitário. Ele era natural de Tubarão, no Sul catarinense.

 

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