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Família enfrenta dias de angústia após mãe ser levada pela correnteza com a filha em SC

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Por: Gabriel JR

06/01/2026 - 09:01 - Atualizada em: 06/01/2026 - 09:57

A família de Patrícia Sechini enfrenta momentos de profunda dor e incerteza desde o acidente que resultou na morte da mulher, de 33 anos, e no desaparecimento de sua filha, de 9, após ambas serem levadas pela correnteza de um rio em Xanxerê, no Oeste de Santa Catarina. Enquanto o corpo da mãe foi localizado no sábado (3), as buscas pela criança continuam nesta terça-feira (6).

Segundo a irmã de Patrícia, Pamela Sechini, o sentimento entre os familiares é de sofrimento constante, mas também de união. Ela relata que tem buscado forças para apoiar os pais em meio à espera por notícias sobre a menina.

O acidente ocorreu no fim da tarde de quinta-feira (1º), feriado de Ano-Novo, durante um momento de lazer no Rio Chapecozinho. Conforme relato da família, Patrícia estava próxima à margem, com a filha nas costas, quando perdeu o equilíbrio e acabou sendo arrastada pela força da água, junto com a criança.

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Além das vítimas, estavam no local o companheiro de Patrícia e o filho dele. Após o desaparecimento, o Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou as buscas. A família mora em locais próximos entre si, a cerca de 17 quilômetros do ponto onde ocorreu o acidente.

Moradora de Xanxerê, Patrícia tinha apenas uma filha, fruto de um relacionamento anterior. O homem que a acompanhava no momento da tragédia é padrasto da menina desaparecida. De acordo com a irmã, Patrícia era uma pessoa querida, conhecida pela alegria e pela disposição em ajudar quem precisava.

Resgate e dificuldades nas buscas

O corpo de Patrícia foi encontrado a cerca de 10 quilômetros do local do acidente, preso à margem do rio. O resgate exigiu uma operação complexa, que se estendeu por aproximadamente sete horas no sábado.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a área onde ocorreu o desaparecimento apresenta difícil acesso, além de correnteza intensa e grande volume de água, o que inviabiliza o uso de embarcações. Por isso, as equipes atuam por terra, com apoio de drones para ampliar a área de varredura durante as buscas pela criança.

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Gabriel JR

Repórter e radialista com 15 anos de experiência na área de comunicação