Os Estados Unidos registraram, somente no mês de agosto, 53 mortes em decorrência de ataques a tiros. O último deles ocorreu no dia 31 em uma rodovia entre as cidades de Midland e Odessa, no Texas, e vitimou sete pessoas.

 

 

Seth Aron Ator, de 36 anos, trafegava pela estrada quando foi abordado por policiais. Ele fugiu dos agentes e roubou um veículo do Serviço Postal americano. Depois, dirigiu por cerca de 24 km atirando aleatoriamente em quem estava em seu caminho. O atirador só foi contido quando policiais conseguiram cercá-lo próximo a um cinema em Odessa.

Logo no início do mês, dois ataques ocorridos em menos de 24 horas deixaram 32 mortos no país. No dia 3 de agosto, Patrick Crusius, de 21 anos, entrou em um supermercado na cidade de El Paso, também no Texas, e abriu fogo indiscriminadamente: 22 pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas até que ele fosse preso pela polícia.

No dia seguinte, em Dayton, Ohio, Connor Betts, de 24 anos, realizou um ataque no centro da cidade, próximo a um bar. Ele fez dez vítimas fatais, entre elas a sua própria irmã, e deixou dezenas de feridos. A polícia agiu rapidamente e em menos de um minuto matou o agressor.

Assassinato em massa

Conforme o Departamento de Justiça americano, assassinato em massa é entendido como "três ou mais assassinatos em um único episódio, excluindo a morte do atirador". Por esse critério, 53 pessoas foram vítimas de assassinatos em massa só em agosto de 2019 nos EUA. Desde o início do ano, foram registrados 38 casos no país.

Os episódios recentes têm levado a mais discussão na revisão da legislação sobre compra de armas nos Estados Unidos. No dia 5 de agosto, o presidente Donald Trump pediu que os legisladores americanos aprovassem leis exigindo uma checagem de antecedentes para aquisição de armas.

 

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