Resumo da notícia

  • Dono de empresa de guincho de Laguna foi condenado por utilização irregular de veículos
  • A empresa era credenciada para receber e armazenar veículos apreendidos pela PM e pela GM
  • Em 2015, o réu teria passado a circular com um carro que havia sido apreendido em 2013
  • O empresário teria falsificado documentos públicos para justificar a utilização do carro

 

O dono de uma empresa de guincho de Laguna, no Sul do estado, foi condenado por peculato, falsificação e uso de documento público.

 

 

Conforme o processo, a empresa era credenciada para receber e armazenar os veículos apreendidos pela Polícia Militar e pela Guarda Municipal da cidade.

No entanto, em junho de 2015, o homem teria passado a circular com um automóvel apreendido em abril de 2013 e que deveria estar no pátio do guincho. Após perícia, foi constatado que ele teria rodado 451 quilômetros com o veículo.

Falsificação de documentos

Ainda segundo os autos, após ser denunciado, o empresário teria apresentado à polícia um documento falsificado, que supostamente autorizava a liberação do automóvel.

Ademais, também foi encontrado, ao longo do inquérito, um segundo documento público falsificado, com data de janeiro de 2014, que autorizava a liberação de uma moto. Mas, conforme a polícia, a autoridade responsável não poderia ter emitido o documento porque estava em viagem fora do país.

Pena substituída

O réu foi condenado a quatro anos de reclusão, em regime aberto, e ao pagamento de 20 dias-multa. A sentença, porém, foi substituída pela prestação de serviços à comunidade pelo prazo da condenação e por uma pena pecuniária no valor de um salário mínimo. Cabe recurso da decisão ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

 

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