O delegado Anselmo Cruz, da Divisão de Roubos e Antissequestro (Dras), da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), em entrevista coletiva à imprensa, na tarde desta quarta-feira, na sede do 9º Batalhão de Polícia Militar de Criciúma, disse que, provavelmente, algum apartamento, nas imediações da agência do Banco do Brasil, na área central da cidade, alvo de uma quadrilha na última semana, tenha sido ocupado durante meses para monitorar a movimentação.

“Mas ainda não identificamos esse imóvel. Quem tenha notado a movimentação de pessoas estranhas, seja homem, mulher, casal, e que misteriosamente tenham desaparecido após o crime, que colabore com a polícia. Isso não significa apontar, acusar, significa informação para o trabalho policial analisar e conferir. Não precisa ter medo. Este crime está relacionado com várias histórias, que precisamos contar. A participação da população com denúncias é algo muito importante”, pontuou a autoridade policial.

Até o momento, 14 suspeitos de participação foram presos em ao menos três estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, onde a maioria é de origem. Outros detalhes acerca das prisões não foram repassados para não atrapalhar as investigações.

Furto de dinheiro

Sobre o furto de cédulas deixadas pelos criminosos, e espalhadas por conta da explosão ao cofre da agência bancária, o delegado explicou que esta parte da investigação é apurada em inquérito policial pela Polícia Civil de Criciúma, inclusive a possibilidade de um motoboy ter levado um malote ao passar pelo local após o crime.

“Aqui (Criciúma), a polícia está trabalhando na investigação do furto de valores e na responsabilização”.

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