A diretoria da Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc) divulgou nesta terça-feira (13), em suas redes sociais, que a categoria pode paralisar atividades caso sejam incluídos na reforma da previdência que tramita no Legislativo estadual.

Veja o comunicado da entidade que representa os praças (policiais e bombeiros militares sem patente de oficial):

"A APRASC compreende que a Previdência Estadual precisa ser discutida. Mas ela deve atacar privilégios e se ater a questões ainda não superadas em outros projetos, o que não envolve os praças.

Já fomos atingidos pela Reforma da Previdência Federal, em 2019, e estamos sob a regulação da Proteção Social, a mesma legislação que ampara os militares das Forças Armadas. Além disso, os militares são o braço armado do Estado, por isso já não pertencem mais ao Iprev, mas sim ao Tesouro Estadual.

Se o governo catarinense e os deputados estaduais querem uma reforma justa, precisa ter a consciência de que isso não ocorrerá atingindo a base, a linha de frente, longe de ter qualquer salário exorbitante ou benefício exagerado.

Quando não sobrar mais ninguém na rua, é o militar que estará lá para garantir a ordem. Exigimos respeito."

O comunicado não menciona claramente que a categoria vai paralisar as atividades, mas a arte que acompanha o texto contém uma mensagem endereçada aos deputados estaduais e menciona uma possível paralisação da "linha de frente":