Foto: Divulgação
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O deputado federal Rodrigo Coelho, de Joinville, está entre os três parlamentares do PSB e os quatro do PDT que anunciaram na terça-feira (15) que pedirão a desfiliação de seus respectivos partidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os sete parlamentares estão entre os punidos pelos partidos por apoiarem a reforma da Previdência e e contrariar a posição de seus partidos.

Segundo o grupo, serão protocolados pedidos individuais, com cada deputado citando os motivos de desfiliação. Os pedidos devem alegar justa causa, para que não corram o risco de perder o mandato.

Confira os deputados que foram punidos e agora pretendem sair de suas siglas:

Tabata Amaral (PDT-SP);

Marlon Santos (PDT-RS);
Gil Cutrim (PDT-MA);
Flávio Nogueira (PDT-PI);
Felipe Rigoni (PSB-ES);
Rodrigo Coelho (PSB-SC);
Jefferson Campos (PSB-SP).

Anúncio de saída foi dado por meio de coletiva

Os sete deputados que entregaram seus pedidos de desfiliação fizeram uma coletiva de imprensa na terça-feira (15) na Câmara dos Deputados para anunciar as desfiliações.

Ao falar à imprensa presente, o deputado federal Rodrigo Coelho explicou que decisão de pedir o desligamento do PSB foi uma resposta aos desmandos do partido.

"Hoje (15) entrei com um processo judicial no TSE, pedindo permissão para me desfiliar do partido e continuar com meu trabalho como deputado federal. Infelizmente meu mandato está sendo prejudicado pelo meu partido. Também estou pedindo a reversão da punição sofrida por acreditar na necessidade de uma reforma da Previdência. Pelo meu voto "sim", fui expulso por um ano de mais de 10 Comissões na Câmara, o que diminuiu muito a minha liberdade de trabalhar", destacou.

Coelho chegou a dizer que quando chegou em Brasília, fui perseguido pelo PSB e sua situação partidária estaria insustentável.

"Primeiro, em abril, me tiraram da Executiva do partido no Estado, através de uma intervenção da Presidência Nacional. Depois, final de agosto, me tiraram da Presidência do PSB de Joinville e suspenderam minhas atividades parlamentares em Brasília por 12 meses. Como não consegui a liberação de forma amigável, só me restou a ação judicial", complementou.

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