O PL (Partido Liberal), de Jair Bolsonaro, enviou uma representação pedindo que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) revise as urnas fabricadas antes de 2020.

Conforme o advogado Marcelo Bessa, o relatório técnico encomendado pelo PL apontou "inconsistências nas urnas fabricadas antes de 2020" e que elas seriam "recorrentes em todas essas urnas".

O partido sustenta que, nas urnas auditáveis, o presidente Jair Bolsonaro obteve 51,05% dos votos no segundo turno das eleições presidenciais.

Luiz Inácio Lula da Silva teria vencido naquelas que não puderam ser auditadas, modelos UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015.

 

Segundo Bessa, devido à discrepância de resultados entre os modelos de urna eletrônica, o partido pediu ao TSE que verifique a existência deste "mau funcionamento". E se isso for confirmado, que as consequências legais sejam aplicadas.

Resposta de Alexandre de Moraes

Em resposta, o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, afirmou que "as urnas eletrônicas apontadas na petição inicial foram utilizadas tanto no primeiro turno, quanto no segundo".

Dessa forma, "sob pena de indeferimento da inicial", ele deu um prazo de 24 horas para que o pedido do PL também abranja o primeiro turno das eleições.