Mais um caso de dengue foi confirmado em Jaraguá do Sul nesta semana. A supervisora da Diretoria de Epidemiologia do município, Marinei Ostetto, confirma que de 1º de janeiro até ontem foram constatados nove casos da doença e três casos de chikungunya, todos adquiridos fora da cidade. “Todos [os pacientes] estão em tratamento e se recuperam bem”, afirma Marinei. Cinquenta e cinco casos permanecem em investigação para dengue ou chikungunya. Não foi registrado nenhum caso de zika vírus. O supervisor de campo do Programa de Combate ao Aedes Aegypti, Cláudio Blosfeld, confirma que uma fábrica de esquadrias metálicas localizada no bairro Czerniewicz, interditada dia 17 por manter depósito irregular na Rua José Brunner, providenciou a limpeza e horas depois da interdição foi liberada para retomar as atividades no mesmo dia. Desde janeiro foram encontrados quatro focos do mosquito Aedes aegypti em Jaraguá do Sul, nos bairros Água Verde, Centenário, Rio da Luz e Vila Lalau. “O pessoal está mais receptivo nas visitas, tirando algumas exceções em que há resistências”, constata Blosfeld. Desde o início de março os fiscais intensificam as vistorias em 79 estabelecimentos notificados ou advertidos. O município dispõe de 150 pontos estratégicos monitorados, mais 664 armadilhas nos bairros. A equipe do Programa de Combate ao Aedes Aegypti soma 17 servidores: 12 agentes de endemias, três laboratoristas, um coordenador e um supervisor de campo. Até ontem, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) exibia dados do nono boletim, com 1.506 casos confirmados de dengue no Estado desde janeiro até 12 de março, 2.127 descartados e 1.487 suspeitos, num total de 5.120 notificações. Até 5 de março eram nove confirmados para chikungunya e 13 de zika vírus.